SOBRE A ALMA DOS ANIMAIS

Os animais têm alma?

Os animais reencarnam?

A missão dos animais com os humanos vem desde os primórdios do nosso espírito. Segundo leitura do livro “Todos os animais são nossos irmãos”, de Marcel Benedeti, diz que os animais se derivam de nossas próprias células eque evoluíram e se transformaram nos animais que são hoje. Há muita semelhança entre o sangue humano e o sangue dos animais que ao ver o sangue de um animal, pode-se afirmar ao primeiro olhar, ser sangue humano, mas apenas com um exame mais profundo (tipo DNA) então se chegaria a conclusão. Exemplos clássicos da semelhança, entre os animais e os humanos: as baleias, golfinhos, e macacos, na maneira que se reproduzem, dão a luz e amamentam seus filhotes.

Então, vamos à alma dos animais.

Os autores lidos para este ensaio, dizem que realmente os animais possuem alma, e reencarnam como nós. Paulo Neto buscou no Livro dos Espíritos, nas questões 597 a 604, onde os Espíritos respondem sobre a alma dos animais, confirmações sem sombra de qualquer dúvida.

Biologicamente, este autor nos mostra um quadro comparativo, onde aparecem embriões de peixes, salamandras, tartarugas, galinhas, porcos, vacas, coelho e homem, onde mostra que o embrião humano parece uma evolução clara dos embriões destes animais.

Então, com provas científicas e da própria doutrina, podemos afirmas sem sombra de dúvidas que os animais são nossos irmãozinhos menores e, portanto têm alma, perispírito e reencarnam e estão neste mundo para sua evolução, pela qual somos responsáveis. Porém, com uma diferença, o ser humano tem o livre arbítrio tanto material como espiritual, já os animais, não, pois seu livre arbítrio abrange apenas o lado material para a sua sobrevivência.

O autor italiano, Ernesto Bozzano, que viveu entre 1862 – 1943, em seu livro Os animais têm alma?, compilou uma série de eventos narrados sobre a manifestação da alma dos animais. Muitos registrados em jornais e revistas espíritas e de psicologia.

Conta ele, dentre muitos episódios, que um escritor e sua esposa tiveram a manifestação de um velho cão de estimação, no momento que o pobre animal agonizava. O cão, chamado Bob, costumava sair de casa e ficar longe o dia todo e às vezes aparecia em casa depois de dois dias. No dia em que Bob saiu para mais uma destas suas jornadas, foi encarado como normal ao anoitecer ele não ter voltado. Pela madrugada, a esposa do escritor, acordou-se com gemidos agoniados do cão e o escritor no mesmo instante sonhou que o cachorro lhe pedia socorro e estava todo estraçalhado. Ora, nos dias que se seguiram, esperaram Bob em vão, então ele saiu a procura do seu mascote e velhoamigo e depois de muitas buscas foi encontra-lo boiando nas águas de um lago próximo, morto. Então, ao agonizar o último pensamento do cão foi em seus donos.

Outro caso, conta que na Inglaterra, havia uma família que possuía uma cachorrinha cokier cor de mel que deu a luz a dois filhotes e meses depois morreu. A filha dos donos da casa, também estava esperando bebê, que nasceu meses depois da mascote ter morrido. Ora, uma manhã, estavam todos no jardim, inclusive os filhotes, aproveitando o sol, quando uma visita muito chegada à família disse que estava enxergando a cachorrinha morta deitada no degrau da porta que dava para o jardim, os donos disseram que era um dos filhotes, mas quando olharam para o lado oposto, viram os dois filhotes deitados aos pés do carrinho do bebê. A pessoa voltou o olhar para a porta e novamente viu a cachorrinha toda feliz abanando a cauda, pois finalmente alguém notara a sua presença. Ela estava ali, porque queria estar ali com as pessoas que lhe eram queridas e para conhecer o bebê de sua dona.

Isto que dizer que os animais ficam vagando sem ter para onde ir? Evidente que não, os animais possuem uma colônia espiritual para onde vão e lá existem espíritos que se dedicam e gostam de cuidar dos animais desencarnados.

A primeira colônia espiritual das Américas foi a colônia JONISI, que tanto socorriam animais (domésticos e selvagens) como espíritos dos índios Maias e Incas que foram dizimados pelos espanhóis que vinham atrás do ouro, neste período. Foi uma matança sem medidas, tudo pela ambição do ouro.

Esta colônia se estendia da Flórida até o Rio de Janeiro. Como o trabalho desta colônia era muito grande e foi desmembrada, formando então a colônia “Rancho Alegre” que fica sobre o estado do Mato Grosso, onde se encontra a maior diversidade da fauna mundial. Jonisi, hoje em dia atende 90% de humanos e uns 10% de animais, pois este encargo ficou para o Rancho Alegre que trata de diversos tipos de animais, os nossos domésticos, os selvagens, os aquáticos e as aves.

Como já disse, os animais nos acompanham desde muito tempo, de milhões de anos atrás, eles em cada encarnação, são nossos companheiros de uma infinidade de vidas passadas, encarnando e desencarnando sempre junto conosco. Assim como nós humanos reencarnamos, isto também acontece para a evolução destes animais.

Hoje se tem notícias de animais, como os cães muito evoluídos, como notícia da Zero Hora de 31/07/08, uma cadela Golden Retriever, adotou três filhotes de tigres, rejeitados por sua mãe no Zôo do Kansas nos EUA. Outro exemplo ocorre com outra cachorrinha que adotou um porquinho como filho. E é incrível o carinho destes animais com seus filhos adotivos. Estão prontos para uma evolução maior, podendo ir para outros mundos mais adiantados que o nosso ou encarnando animais mais evoluídos. Muitos não querem ir apesar da sua evolução, preferem ficar aqui para servir a nós, como muitos animais que são utilizados para fins terapêuticos.

São animais conscientes de seu potencial energético e ficam felizes em auxiliar, transferindo essa energia de forma voluntária aos pacientes, porque simplesmente querem colaborar com a recuperação destes seres humanos.

Os animais são seres inteligentes e devemos trata-los de uma forma mais afetuosa do que normalmente os tratamos.

Cavalos foram utilizados em pacientes autistas e com síndrome de down, entre outros, obtendo resultados  muito favoráveis.

Cães foram utilizados com pacientes com enfermidades graves (crianças com câncer), depressão dos doentes terminais, tornando-os mais alegres, apesar da doença.

Esta energia vital que os animais transmitem, pode ser inesgotável quando eles são jovens e saudáveis, a medida que envelhecem sua capacidade de captar e transformar essa energia diminui.

Os animais que trabalham com doentes, são muito evoluídos e já poderiam estar em outros patamares, encarnando corpos de animais mais adiantados, mas preferem manter-se nesta condição voluntariamente, pois gostam de sentir úteis por amar a humanidade.

As pessoas que vivem com cachorros ou gatos têm quatro vezes mais probabilidades de sobreviverem a um infarto do que as que não têm nenhum animal doméstico em casa. A companhia dos animais fazem as pessoas se sentirem menos sós e mais seguras.

Na Itália, a Entidade Nacional de Proteção aos Animais, propôs ao governo que os presidiários tivessem um gato, com isto diminuindo a hipertensão e aliviando a solidão dos detentos.

Uns animais reencarnam mais rápido que os outros. Por que isto acontece? Ora, os animais possuem um “corpo coletivo” onde armazenam toda a aprendizagem de cada um para toda a comunidade e assim transmitindo as futuras gerações, tanto o sofrimento quanto a alegria, e também porque os animais não têm grandes ajustes com suas consciências. Os erros e acertos durante a vida somente são importantes para a sobrevivência.

O corpo coletivo nos diz que os animais não possuem uma individualidade como o ser humano. Uns tem o corpo coletivo maior, tal como os peixes (insetos e outros), então a dor da morte de um deles não é tão profunda, é como se fosse a retirada de uma pequenina célula de nossa pele a intensidade de sua dor, pois eles não possuem grande consciência de si próprios.

Isto não acontece com animais maiores que possuem um corpo coletivo menor, principalmente aqueles que estão mais em contato com o ser humano. Já os animais domésticos, têm mais consciência de si e possuem uma individualidade relativamente pequena e muito restrita. Estes animais desencarnam com mais dor, pois nas convivências com o ser humano assimilaram os sentimentos de angustia, depressão, e todas as  sensações passadas para eles por nós.

Geralmente os animais domésticos reencarnam no mesmo local ou em locais próximo a última encarnação e de uma maneira ou de outra, juntos de seus donos. Um exemplo: Havia uma garotinha que por acidente ficara cega e possuía uma cachorrinha que era sua amiga inseparável. Um dia de velhice a cadelinha morreu e a menina ficou muito triste. Passaram-se os meses. Ocorre que uma senhora muito orgulhosa e criadora de Rottweiler, apareceu numa clínica veterinária com um filhote cego, era uma fêmea, quando o veterinário lhe disse que não tinha cura, pois era cega de nascimento, a mulher queria que sacrificasse o animal, ao que o veterinário se recusou, pois era um animal saudável, então a mulher deixou a cadelinha com o veterinário para que ele fizesse o que quisesse com o animalzinho. Passaram-se duas semanas, então a mãe da menina cega, apareceu na clínica pedindo ao veterinário se ele não lhe arrumava um animalzinho para a filha, pois ela havia perdido sua mascote, não precisava ser de raça, pois ela não podia pagar por um. Ora, o veterinário disse que tinha uma cadelinha, mas que era cega. A mãe não se importou e disse que sua filha também era cega. Levaram o animalzinho para casa, chegando lá a cachorrinha foi direto para a caminha da que havia falecido e começou a brincar e trazer os brinquedos como a outra fazia. Ela contou ao veterinário e este disse que provavelmente a cachorrinha cega era a reencarnação da mascote querida de sua filha, que por caminhos tortuosos voltou às suas mãos. Meses depois a visão da cachorrinha voltou e um ano mais tarde, a menina também recuperou a visão.

Bem, os animais que não possuem uma individualidade relativa, desencarnam sem muito sofrimento, a dor da morte fica gravada no “corpo coletivo” do animal, para servir para seu aprendizado e para os demais animais da sua comunidade.

Como acontece esta gravação no corpo coletivo e transmitida para os outros animais. ? Aqui vai um exemplo:

– Numa experiência com macacos, os cientistas estavam em um laboratório localizado numa ilha. Lá eles ensinavam os macacos a descascar bananas antes de comer. Os animais viram que comer a fruta sem casca era mais saboroso, passaram a descascar as bananas. Meses depois, numa ilha próxima onde havia macacos selvagens sob observação e sem contato algum com os macacos do laboratório, um macaco começou a descascar as bananas para comer sendo imitado aos poucos pelos outros. Aí aconteceram duas coisas, a experiência passada para o corpo coletivo da comunidade, onde ficou registrado o ensinamento e a projeção astral de um animal que recebeu a “novidade” quando o corpo físico descansava.

Então, qualquer coincidência não é mera semelhança, pois analisando a estreita relação que há entre os humanos e os animais temos três aspectos a considerar: físicos, intelectuais e emocionais. O chimpanzé é o parente mais próximo do homem, pois as duas espécies têm 99% de materiais genéticos idênticos.

Na Universidade da Geórgia onde tem um centro de lingüística, um macaco pigmeu bonobo de 12 anos chamado Kansi, tem um vocabulário e a uma capacidade gramatical de uma criança de 2 anos e meio. A psicóloga que é responsável por ele tentava ensinar a mãe dele e quando percebeu que ele o estava imitando e daí para a frente passou a ensina-lo com as coisas do dia a dia, falava em inglês e apontava para os objetos e ele foi assimilando e pouco tempo depois ele já pedia, por meio de sinais, jogos, guloseimas, atividades e até ver seu filme favorito. A façanha mais notável de Kanzi foi demonstrar uma compreensão de conceitos gramaticais de até cinco mil palavras comparáveis a uma criança de 2 anos e meio.

Voltando ao Rancho Alegre. Lá existem hospitais com áreas especializadas em vários tipos de animais e tratamento adequado para as diversas formas de desenlace dos animais, tanto domésticos como selvagens.

E, em cada momento da morte ou desencarne de um animal, há equipes de socoristas humanos que estão ali para ajudar os animais desta passagem da vida material para a vida espiritual.

Assim como nós temos, no mundo espiritual, amigos nossos esperando. Nossa chegada, o mesmo acontece com os animais.

Geralmente, no Rancho Alegre, há espíritos de veterinários ou muito ligados aos animais, inclusive de pessoas encarnadas que durante o sono vão até lá para receberem ensinamentos ou mesmo ajudar. Pois lá no Rancho Alegre, há escola e mestres para instruir espíritos encarnados e desencarnados que querem se dedicar aos animais, no plano espiritual como no plano material, tanto os selvagens quanto domésticos, aves e animais aquáticos.

Para atender aos animais selvagens, há espíritos de índios, aborígines, africanos e orientais, pois estes estão mais em contato com a natureza e com os animais.

Chegamos agora a um tema polêmico: os animais com os quais nos alimentamos.

Se os animais se originaram de nossas células primitivas e são, portanto, nossos irmãos menores, ao usá-los como alimento, seriamos nós antropófagos?

Como chega um bovino à morte.

Ao chegar ao matadouro, os animais em boas condições para o abate são separados dos outros mais magros e estressados pela viagem até ali.

Os animais rejeitados para o abate, junto com os rejeitos de carne, servem para fazer os embutidos, ou servirão para as indústrias químicas e farmacêuticas.

Os animais para o abate são colocados num cercado que vai se afunilar num corredor estreito e no final deste corredor eles encontram a morte. Mas ali, neste local, os animais vão ficando nervosos, produzindo mais adrenalina e mais cortisol, pois eles sabem o que os espera, eles reencarnaram sabendo qual seria o fim de cada encarnação, esta aprendizagem se encontra no corpo coletivo, no material genético de cada um. A sensação é tal qual os cristãos nas arenas dos romanos na antiguidade.

Nos olhos esbugalhados de terror destes animais é possível notar a angustia e o desespero de cada um. E é neste momento que entidades trevosas que se alimentam com o medo e a energia do sangue destes animais estão ali coladas quase fundidas a cada um deles, sugando toda aquela energia. Quanto mais os animais são torturados, mais estas entidades ficam felizes e satisfazem suas necessidades energéticas.

Energias deletérias, pesadas que são transmitidas à carne bovina (ou eqüina, ou caprina, ou qualquer ou outro animal feito para o abate) por estas entidades, irão permanecer na carne, enquanto houver células vivas. Mesmo após o cozimento da carne ela levará parte dessas energias, como por exemplo, um bife, um churrasco, e, quem ingerir estará absorvendo aquela energia escura em conseqüência do que passou o animal antes de sua morte ou algo das entidades que se mantiveram em contato com a peça o tempo todo.

Por isto, pede-se para não comer carne vermelha ao paciente que estiver em tratamento espiritual.

Bibliografia utilizada:

Bozzano, Ernesto – “Os animais têm alma?”;

Martins, Celso – “A alma dos animais”;

Benedeti, Marcel – “Todos os animais merecem o céu”; “Todos os animais são nossos irmãos”; “Animais conforme o

espiritismo” e outros;

Kühl, Eurípedes – “Animais, nossos irmãos”;

Neto, Paulo – “A alma dos animais – estágio anterior da alma humana?”.

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