Porque fazemos o autotratamento Reiki assim?

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Todos os praticantes de Reiki aprendem a fazer, mais ou menos, as mesmas posições para o autotratamento. Uns acrescentam, outros reduzem mas, de uma forma genérica, todos seguem o mesmo percurso que é começar na cabeça e terminar nos pés. Por vezes surge a questão – o porque das posições com esta sequência?

O autotratamento Reiki que o Mestre Usui indicava era bem mais simples, consistia em cinco posições básicas e depois o tratamento da parte mais afectada. Isto tinha (e tem) muita lógica. Tratamos da «origem» da maioria dos problemas, que reside na cabeça e depois o reflexo desse problema que é a área afectada.

O Mestre Hayashi e Takata, tratavam a região abdominal e depois a cabeça. Braços e pernas eram unicamente para os casos necessários.

Em 1995, Diane Stein publicou o livro Essential Reiki e aí identificou, através de ilustrações, as 12 posições que hoje conhecemos até um total de 20 posições, a contar com o chakra da coroa e ainda costas.

De Usui a Diane Stein, passaram-se 73 anos e, naturalmente, muita coisa é acrescentada porque se pratica e se sente necessidade de mais algo ou de adaptar às circunstâncias e culturas. Diane Stein dizia «Não existe uma forma incorrecta de aplicar Reiki. Os mestres discordam sobre esta e aquela posição mas todos estão correctos. Ao colocar as mãos a energia vai para onde for necessária. Mantém a posição até sentires o fluxo de energia e pára quando achares que deves passar para a próxima. Se não for possível chegar a uma posição, ou se achares desconfortável, ignora e vai para a próxima. Se não tens flexibilidade de braços e corpo para posicionar as mãos nas costas, trabalha apenas a parte da frente do corpo. Não cruzes os braços e as pernas ao deslocar de uma postura para a outra. O importante é levar Reiki aonde dói. O ideal é curar todo o corpo durante a sessão mas, se não o alcançares, faz o que puderes».

Podes consultar as páginas 153 a 155 de O Grande Livro do Reiki sobre os vários tipos de autotratamento Reiki.

Hoje em dia, além das posições, precisamos compreender as necessidades do nosso corpo. Observamos as posições básicas como aquelas que nos levam a trabalhar os chacras principais, as glândulas, os órgãos e articulações mas, se tivermos alguma questão ou sentirmos necessidade de aplicar Reiki em qualquer outro sítio, é o que devemos fazer. Por exemplo, se tenho problemas no fígado ou com a energia do fígado, após trabalhar o plexo solar as minhas mãos podem ir para o fígado ou até poderei deixar uma mão no plexo solar e outra no fígado.

O Mestre Usui dizia que Reiki é para melhorar a mente e o corpo, como tal, deixa que as tuas mãos indiquem onde está a necessidade de energia, sente o byosen e aquilo que te pede. Deixa a energia fluir mas, mais do que isso compreende o porque. O entendimento sobre a causa e não apenas sobre o efeito, permite-te tratar mais rapidamente, compreender, aceitar e procurar ajuda, se for esse o caso.

Falta ainda uma questão a esclarecer – pensando no corpo energético, nos chacras, porque começamos o tratamento de cima para baixo e não de baixo para cima?

Com o tipo de energia que trabalhamos, Reiki, recebemos e deixamos fluir para o nosso interior, através do chacra da coroa. Caso este esteja bloqueado, a energia não flui. É o que acontece muitas vezes com as constipações ou outras perturbações no corpo que nos levam a fechar o chacra da coroa. Se este está fechado, então não passa energia. Ela fica estagnada dentro de nós e a doença surge. Daí a importância de tratarmos primeiro a parte superior do corpo.

 

 

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