O Sistema de Controle ou o Despertar: Qual Ganhará ?

Neste momento crucial da história, a era do nosso despertar através da verdade e da transparência, nunca foi mais incrível estar vivo. Alguns de nós sabemos que as apostas são importantes na luta pela nossa liberdade: de um lado, temos um sistema de controle parasita cada vez mais destrutivo. Uma máquina bem ajustada, projetada friamente pela elite governante e associados, para ferrar todo o mundo com seus paradigmas falsos e limitantes. Por outro lado, estamos passando por um despertar em massa de mudanças na consciência com o potencial de cocriar um planeta totalmente diferente.

Então, qual ganhará, o sistema de controle da elite governante ou o nosso despertar ? Uma questão aberta que poderia fornecer muitas respostas diferentes, mas aqui está a minha resposta, do ponto de vista do coração.

O Sistema de Controle

Tudo é energia. Todos os aspectos do sistema de controle parasitário servem para destruir a energia do nosso coração. Isso serve para nos desconectar da nossa poderosa inteligência intuitiva do coração. Simplificando, a elite governante quer que nós sejamos como eles, sem coração.

Eles tentam nos programar e fazer lavagem cerebral para acreditarmos em suas mentiras, para não lembrarmos do nosso poder e demonstrarmos nossa falta de compaixão um com o outro. Tomemos, por exemplo, o caso de lutar em suas guerras fabricadas secretamente através de mentiras e que buscam tão somente poder, lucro e ganhos políticos. Nestas guerras intermináveis, o único inimigo real, o único “nós contra “eles” somos nós a humanidade contra eles “a elite governante”, tudo o mais é meramente uma ilusão.

O mesmo pode ser dito sobre outros conflitos fabricados secretamente, como aqueles que envolvem distúrbios civis, divergências religiosas, conflitos raciais e os despojos da ruptura econômica causada por eles…

Do berço ao túmulo, a nossa energia cardíaca intuitiva recebe marteladas de um currículo do sistema educacional emburrecedor e profundamente sufocante, em seguida a massificação continua no local de trabalho: em ambos os casos, fomos programados e lobotomizados por culpa dos sistemas de adoração, auto atendimento corporativo/bancário, como aquele consumista “que morre com a maioria dos brinquedos que ganha” e a “sobrevivência do mais apto”, que tomou as atitudes que o sistema ensinou.

Ainda existe a mídia convencional controlada pela elite governante. O entretenimento é um arrastão: a mídia convencional é projetada para afetar o nosso comportamento, depois de assistir horas intermináveis de TV/filmes onde as pessoas se tratam de forma horrivel, é uma forma de programar para nos tornarmos insensíveis. Não se esqueça das falsas notícias que induzem o medo. Vendendo falso terrorismo patrocinado secretamente pelos próprios governos com seus demônios externos ou falsos bichos-papões…

Ocultismo

Outro ataque ao coração existe sob a forma de ocultismo. A elite governante se encontra secretamente em salas ditas terem a geometria/simetria correta para conduzirem seus rituais de energia negativa ou simbolismo oculto como, por exemplo, os logotipos das corporações são projetados para ter efeitos contraproducentes na humanidade, afetando nossa psique e o campo morfogenético.

Transhumanismo

Nossas qualidades humanas estão seriamente ameaçadas pela agenda do transhumanismo. Com o uso de suas tecnologias, como a nanotecnologia, engenharia genética, drogas farmacêuticas, robótica e biônica… ditas para nos “melhorar”, corremos o risco de perder a conectividade do nosso coração e ficarmos incapazes de fazer qualquer coisa contra o controle do sistema da elite dominante.

Terra e a Nossa Desconexão Energética

As energias do nosso coração se estendem em uma conexão energética com a Terra. A elite governante está destruindo a energia do coração poluindo a Terra, o ar, a comida e a água através da geoengenharia, perfurações, poluição química, radiação, modificação genética… enquanto aceitamos passivamente.

Os protestos feitos contra a instalação de um oleoduto em Standing Rock, Dakota foi um apoio a energia do coração: Aqui nós tivemos uma situação em que, de um lado, havia manifestantes protegendo um pedaço de Terra como uma entidade viva sagrada, ofertada por Deus, fornecendo solo fértil e água fresca… Do outro lado, havia uma série de indivíduos sem coração. Políticos corruptos que representavam as corporações dirigidas pela ganância, pelo excesso de poder e uma força policial violenta, militarizada, que só precisava lidar com manifestantes pacíficos.

Nosso Despertar

Nessa era da verdade e transparência, em nosso despertar, precisamos escolher o caminho do “serviço aos outros”, mais do que nunca, precisamos demonstrar gratidão, compaixão, empatia, generosidade, bondade e cuidado uns com os outros, como forma de permanecermos conectados com o coração.

Ao buscar a auto aceitação, encontrar a paz dentro de nós mesmos, permanecemos no coração, um lugar onde o sistema de controle parasitário não consegue encontrar uma maneira de se anexar para usá-lo.

Não só para a nossa sobrevivência e apoio uns aos outros, mas também para a nossa transformação, eu sempre acreditei que a resposta reside na formação de comunidades locais. Cada comunidade deve ter unidade, auto suficiência e discernimento para sobreviver e prosperar. Uma vida baseada na comunidade que se concentra em uma distribuição uniforme de riqueza ao invés de concentrá-la nas mãos de alguns poucos…

Precisamos redefinir o sistema educacional com teoria e prática que vai além do paradigma atual. Além da abertura, precisamos demonstrar mais honestidade e integridade em nossas abordagens. Nós, como uma raça, estamos nesta bagunça essencialmente por aceitar cegamente o consenso geral das massas e as opiniões dos chamados especialistas, agora cabe a nós cocriarmos conscientemente o nosso caminho para fora disso. A consciência é a chave para a mudança mundial. É muito mais simples do que alguns podem imaginar. Vamos fazer essa mudança através do sentimento, pensamento e ação pelo coração.

Embora tenha traumatizado a consciência coletiva, foi preciso experimentar esta realidade atual para entender que precisamos transformá-la. Ela nos permitirá alinhar nossa intenção consciente de massa para criar uma nova experiência de paradigma, um mundo que faz a diferença para todos. Isso nos permitirá ter a profunda percepção de que eu sou você e você é eu, então por que mentir, trapacear e machucar ?

Em conclusão

Toda realidade, seja falsa ou real, se manifesta como uma consequência de onde estamos conscientemente em nossas vidas. Nosso despertar ganhará: a mudança na consciência de massa para a energia do coração trará a realidade manifestada necessária para vencer o sistema de controle.

©Paul A. Philips

Origem: wakingtimes

OBS: Com o objetivo de facilitar a leitura alguns dos links estão acionando a tradução do google, caso alguém deseja ver o texto original é só clicar no botão “original”.

Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível ☼

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IR ALÉM DA NOVA ERA

Por Maria Chambers
27/05/17

Um conhecido, no café, às vezes quer saber por que o mundo parece muito pior do que há alguns anos. Eu destaco que estamos passando por uma mudança de consciência. Que há pessoas suficientes agora no planeta, embora seja um número muito pequeno, que torna possível passar para uma era totalmente nova.

E continuo explicando que aquilo pelo qual o mundo está passando, é que os lugares em que as questões foram escondidas, estão agora vindo à tona. Por isso parece que as coisas estão ficando piores, mas, de fato, são simplesmente bolsões do despertar inconsciente. Mas, para o mundo, será um processo relativamente lento.

E, para nós, que optamos por despertar nesta existência, realizar nossa iluminação encarnada, as coisas são mais aceleradas. Estivemos nos preparando para isso durante muitas existências, literalmente.

Aquilo pelo qual o mundo está passando, nós já o fizemos. Atravessamos a nossa escuridão e dispendemos muitos anos lutando com nossos ‘demônios’, até que compreendemos que a escuridão vem da luz. Que não é ruim, mas apenas partes nossas que estiveram ocultas.

Percebemos que o despertar é simplesmente aceitar todas as nossas partes: a luz e o lado sombrio. Nosso humano e nosso divino.

O restante do mundo ainda não se apropriou da sua escuridão, em vez disso está projetando-a em um inimigo de algum tipo. Esse inimigo pode ser o governo, as grandes empresas, as riquezas, outras raças ou o diabo. Em um nível interpessoal, podem ser seus filhos, seu cônjuge, seus colegas de trabalho, seu chefe.

NOSSO CORPO

Vocês podem dizer que o nosso corpo físico é como o resto do mundo. Está ainda funcionando sob a velha consciência. É mais lento em captar nossa consciência iluminada porque é constituído ainda de carbono. Devido à luz que invocamos, estão vindo à baila problemas, doenças de longa data. As coisas estão vindo à superfície para serem removidas.

Assim como testemunhamos a aparente escuridão e caos no globo, e compreendemos que é simplesmente o precursor da mudança, assim é com o nosso veículo físico. Está simplesmente passando pelas próprias mudanças e repetições. Não precisa que se julgue como um sinal ruim, que há algo de errado, que fizemos algo errado, ou como um sinal de as coisas estão fadadas ao desastre e à ruína.

TRATA-SE DO FIM DO MUNDO CONFORME O CONHECEMOS

Muitas pessoas concordam com o fim dos tempos como significando o fim do mundo.

Que o planeta se dirige para a autodestruição.

Mas sabemos que isso é simplesmente o fim da velha era. E até mesmo o fim da Nova Era. A introdução da luz crística no planeta inaugurou uma nova era de consciência. Mas, como em qualquer ciclo novo, o velho deve se desintegrar. Os sistemas antigos precisam mudar e desfazer-se. E isso provoca um grande medo.

Faz com que grupos e indivíduos entrem em pânico e tentem manter o status quo. Os negociadores do poder trabalham horas extras para manter o seu poder. Mas, o que eles estão descobrindo é que na Nova Era, não há necessidade de poder, que o poder é uma ilusão.

Portanto, tentar fazer as coisas do modo antigo fica cada vez mais difícil.

A nova consciência diz respeito à permissão. Não tentar mudar as coisas. Não exercer pressão sobre as coisas, a consciência crística se refere realmente a se permitir e receber. É um modo diametralmente diferente de vida da que levamos durante éons.

A iluminação encarnada se refere a colocar-se em primeiro lugar. Trata-se de permitir-nos ser humanos e convidar nossa alma para o nosso corpo, e nossa vida, do modo como este corpo e esta vida são.

É um processo com frequência extenuante. Traz as coisas à tona. Pode criar o caos temporariamente. Exige uma devoção a nós mesmos e isso requer que sejamos um pouco egoístas. Que frequentemente nos afastemos das distrações. Dos emaranhamentos com outros seres humanos.

A JORNADA TERMINOU

Nem é mesmo uma jornada espiritual. Porque a maioria dos assim chamados buscadores espirituais estão tentando achar o espírito. Eles estão em uma busca. Eles estão interessados principalmente em como podem melhor servir o restante do mundo. Eles aderem à unidade de consciência, em que as necessidades alheias vêm em primeiro lugar.

Há um lugar para isso, e, em um nível da alma, eles estão simplesmente onde precisavam estar. Mas isso não é iluminação encarnada. A maioria das pessoas na comunidade da Nova Era está envolvida no processo da busca espiritual e não estão prontos para encarar o próprio lado sombrio. Eles estão ainda concentrados somente na luz.

A iluminação encarnada não se refere a buscar alguma coisa, ou tentar melhorar o nosso eu humano. Não se trata de ser um ser humano melhor ou mais amoroso e generoso. Não diz respeito a meditação, cristais, óleos essenciais, portais energéticos, ET’s, pessoas que oram pela paz mundial ou que acreditam em teorias da conspiração. Não se trata de analisar todos os nossos problemas. Nem de curar os demais ou até nós mesmos.

Trata-se simplesmente de aceitar-nos como o ser humano limitado, com uma mente limitada e permitir que essa nossa parte que é ilimitada, nossa consciência crística, floresça em nosso íntimo. Isso faz toda a transformação necessária. E se torna a solução para todos os dilemas do mundo. Isso é feito com uma alma de cada vez.

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Tradução de Ivete Brito – adavai@me.comwww.adavai.wordpress.com
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LUZ!
STELA

PONTOS CRÍTICOS, MOMENTOS DE MUDANÇA & O REVEZAMENTO NA ASCENSÃO

Mensagem de Jennifer Hoffman
15 de Junho de 2017

Estamos quase em meados de Junho e o Solstício será na próxima semana. Este ano está passando com muita rapidez e, como muitos anos anteriores, o segundo semestre será mais fácil do que o primeiro.

Assim, se você esteve lutando desde Janeiro, anime-se porque depois de Junho as coisas começarão a se nivelar energeticamente. Temos lutado com muitas e grandes mudanças e com transmissões de energia, e nesta semana estaremos sentindo isto de forma muito intensa, o que irei descrever na mensagem desta semana.

Pontos críticos, momentos de mudança, transformação e grandes transmissões de energia, bem como a compreensão do ciclo da ascensão fazem parte da narrativa desta semana.

Estamos em outro grande ciclo de energia, e este enfatiza as três fases da ascensão:

– O ponto crítico, onde alcançamos o final de nossa “estrada de energia” e percebemos que não mais queremos ou gostamos da realidade que temos.

– O momento de mudança onde decidimos onde decidimos se iremos virar a partir do ponto crítico ou iremos avançar.

– A transformação, onde transcendemos para um novo paradigma e realidade. Isto é a transcensão (transmigração) porque é um processo passo a passo e não um grande passo para uma nova realidade.

Temos também que observar a atividade da CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear). Seu propósito é manter a 3D intacta e abrir densos portais de energia a partir do paradigma da 3D.

Não há nada de bom sobre o que a CERN está fazendo. Mas eles não levam em conta o nosso trabalho de energia em seu processo e estão tentando superá-lo, o que eles não podem fazer. Está tudo bem, mas isto nos afeta e a nossa energia e precisamos continuar a energia elevada para superar isto.

Há alguns grandes equívocos sobre como funciona um ciclo de ascensão e isto está afetando a nossa capacidade de avançar, permitindo-nos acreditar que seja um salto gigantesco em vez de uma serie de ciclos de ascensão.

Estamos participando da maratona da ascensão e em algum ponto precisaremos passar o bastão para a próxima geração de Trabalhadores da Luz, enquanto nos movemos para os nossos novos papéis de Faróis de Luz em expansão.

Precisamos brilhar agora porque isto é o que nos move ao longo de nosso ciclo de ascensão e mantém a integração 3D/5D avançando.

Brilhe! Isto fica melhor e mais fácil à medida que avançamos para os nossos novos paradigmas da 5D que estão integrados com a 3D. Não estamos eliminando a 3D e isto é uma coisa importante para se lembrar.

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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LUZ!
STELA

Saint Germain – O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DO EU PERSONALIDADE PARA O EU SOU

Saint Germain
Canal: Michele Martini
26 de maio de 2017

Divagamos por esses dias no próprio sentido da vida como encarnação, dentro desse limite de reflexão. E percebemos que sim, somos levados pelo medo de não nos encaixarmos a um sistema pré-existente, o qual nós mesmos somos aqueles que contribuíram para a construção.

Venho como me conhecem, Saint Germain, apenas essa personalidade, a lhes trazer a reflexão de alguém que também esteve inserido nesse mesmo sistema. Mas ao perceber o meio ao qual estava inserido, como representação em personalidade apenas, mas à qual eu me identificava, fui descobrindo através do coração, o que está por trás desse véu.

Por trás do véu do medo há a abundância, há a beleza, há a plenitude, enfim, há a liberdade.

Aquela por tanto tempo buscada por cada um de vocês, mas que apenas pode ser revelada após removerem as pedras do caminho.

Então vocês me perguntam: Quais são as pedras?

E eu os digo, apenas o medo.

O medo que impede de revelar-se para você a plena verdade sobre si mesmo, em primeiro lugar, mas que depois será a ponte que o liga à abertura exterior.

A abertura à sua própria verdade, aquela que foi por tanto tempo encoberta pelos medos trazidos pelo Eu Personalidade, será revelada a partir da conexão ao coração.

A identificação com o Eu Cósmico, que é o agrupamento maior de todas as personalidades que por hoje representam o você no presente, é diluído no coração.

Vocês foram ensinados a acessarem a sabedoria dos seus ancestrais e de vocês mesmos através da conexão mais profunda com os seus registros, com a sabedoria armazenado em seus registros de alma.

Mas, enfim, acabam por perceber que a completa abertura a esses registros de sabedoria é apenas uma parte da caminhada, a qual acaba mostrando que ainda são o Eu Personalidade. Aquela personalidade que quer acessar a sabedoria,e agregar mais sabedoria, para enfim unificar tudo em um único Ser no presente.

Mas esse ser é o Eu Sou?

Vocês se deparam por um momento já confusos com todas as informações que essa sabedoria acessada e livre pode os trazer. São tantas informações que já começam a trazer um novo nível de compreensão a respeito disso tudo.

A compreensão e descoberta de que tudo isso era necessário para que se abrisse à revelação da verdade única e plena: Tudo se transforma em nada.

Toda essa sabedoria e desbloqueio de todas as restrições os leva ao nível do esvaziamento completo do seu Ser. Onde aí sim, começam a se unificarem ao Eu Sou.

Pois o Eu Sou é o nada, mas é o nada que apenas pode ser descoberto e compreendido a partir do todo revelado. Onde é atingida a compreensão de que nada tem importância, onde é sentida a liberdade, a leveza e a paz.

Por um primeiro momento virá a adaptação, onde vocês ainda por vezes tentam buscar no Eu Encarnado aquelas personalidades. Vocês buscam, tentam se identificar novamente, ou se re-identificar às várias das personalidades que já representaram.

E passam assim por um certo período, onde tentam se encaixar em formas de pensamento divergentes entre si, mas a realidade que é mostrada sempre é a mesma: Todas as divagações os levam apenas ao esvaziamento completo, reafirmando que nada importa.

A evolução se dá a partir desse processo de esvaziamento.

O esvaziamento até da sabedoria.

Pois nesse momento a sabedoria passa a não importar.

Vocês se veem inseridos em múltiplas realidades, múltiplas identidades e possibilidades.

Se conectam a um animal, a uma planta, a uma pessoa, por breves instantes apenas, e tudo bem.

Já não há certo ou errado.
Não há porquês e não há a busca pela explicação.

Há apenas a entrega ao fluxo do coração.

O fluxo do coração os conecta onde é necessário por breves instantes e logo se desconecta novamente, vocês são uma rede de energia que trabalha em múltiplos lugares, seres, pessoas, simultaneamente. Mas não têm a compreensão disso, pois apenas não importa.

Vocês apenas se sentem inseridos, calmos, e absolutamente de acordo, com tudo o que ocorre. A aceitação de tudo é plena. Completamente aceitam tudo o que é colocado a vocês. Esse é o estado de plenitude, que não foi buscado, mas que foi transformado.

Pois o agrupamento de todos os Eus Personalidades e a elevação em sabedoria, trouxe esse estado de esvaziamento, de missão cumprida, de aceitação do processo. Tudo é entregue, sem julgamento e sem explicações. Vocês são unificados à energia Eu Sou.

Saint Germain

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A VIDA E AS REENCARNAÇÕES, UMA FLECHA NA EXISTÊNCIA

Mestra Nada
Canal: Thiago Strapasson
21/05/2017

Filhos do meu coração,

A vida planetária é feita de nuances, onde não existe um padrão, porque da mesma forma que hoje se construiu, amanhã se destrói. O que hoje existe podem já não encontrar, após um breve minuto, da forma como experimentam.

A vida material, amados, deveria ser vivida como algo fluído, transitório, leve, jamais como aquilo em que transformamos como se fosse nossa própria existência.

A vida humana é uma escola da alma, uma escola de aprendizados e experiências e como tudo na criação, ela se transforma, se modifica e se esvai. Nada é fixo, tudo está em constante mutação. Pois assim é Deus que aprende com a experiência de seus filhos e também se transforma.

Eu sei, meus amados irmãos, que não é assim que vivem, que se apegam às suas relações como se não existissem sem elas. Vivem para construir uma vida segura e tranquila, e não se lembram que a vida se esvai, assim como a própria experiência na terra um dia se finalizará.

Mas a humanidade ainda não vê a vida dessa forma, como algo transitório, que se diluiu como poeira ao vento, como o rio que renova seu fluxo com as chuvas para novamente finalizar sua experiência no oceano.

Quão mais fácil seria a vida, meus amados, se a vissem sob essa perspectiva, de renovação, de transitoriedade, de passagem. Ela se tornaria mais leve e vocês poderiam se encantar pela beleza dessa experiência, olhar os detalhes tão bonitos da vida, sentir os aromas, experimentar os sabores, tudo como se fosse a experiência mais linda que sua alma já experimentou, mas conscientes que é transitório.

A relações chegariam e iriam naturalmente, os bens seriam um constante fluxo em suas vidas apenas para trazer o bem-estar ao presente. Tudo seria transitório e passageiro e nada os prenderia.

Mas esse Estado, amados, não é algo para que compreendam, mas para que sintam em toda sua beleza. Vivenciar a vida como algo transitório sem se prender às relações que se tornam as raízes do seu apego, de seu sofrimento, sem perpetuarem situações que já se encerraram em seus ciclos e são mantidas apenas para satisfazer o ego.

Sabe, filhos, esse desapego material e relacional é o objetivo de cada um de vocês na experiência material, daquele que já vê a vida sob uma perspectiva superior, que sente a alma e olha para o corpo como um maravilho instrumento que Deus os concedeu para experimentar todas as nuances da criação.

Mas os homens, em algum momento de sua existência, esqueceram-se de sua natureza divina e passaram a viver essas experiências como se elas fossem tudo que a criação pode os oferecer. Oh meus filhos, quão rasa essa visão! Porque Deus em toda sua grandiosidade construiu todo o cosmo em suas infinitas experiências da alma, onde cada filho seu um dia encontrará sua morada, seu local de descanso e integração.

E para isso precisam estar maduros, sábios, prontos a saborear tudo que a criação pode os oferecer. Pois eu vos digo meus irmãos, não há nada que os prenda a essa realidade senão seus próprios apegos, seus medos, suas incertezas, e dificuldades de se abrirem à realidade maior da vida.

É tão simples, simplesmente liberar para que a vida seja vivida e experienciada como algo transitório e passageiro, que deve ser sentido, com as emoções humanas, as imperfeições, os dissabores, e porque não, até mesmo com a dor e sofrimento a os enriquecer para que saiam dessa experiência maiores do que chegaram, mais luminosos e sábios.

Esse é o único propósito dessa experiência, adquirir sabedoria à alma de maneira transitória que os conduzirá ao amor mais profundo da criação, à descoberta de seu auto amor, de sua autotransformação, da irradiação de sua essência no ambiente mais duro que existe, para que então resplandeçam em amor nos braços dos Pai e Mãe celestiais.

A vida, filhos, é isso, essa experiência transitória. Que aos olhos humanos aparenta ser algo tão longo, mas que aos olhos de Deus é um sopro, um piscar dos olhos, quase insignificante na eternidade da alma.

Experimentem, amados, questionar um senhor ou uma senhora já de avançada idade se viram a vida passar. Eles poderão os dizer que tudo foi muito rápido e que nem ao menos se lembram muito bem como tudo se deu.

Nessa idade terrestre o ser encarnado está consciente da transitoriedade da vida, embora nem sempre seja capaz de, na brevidade de uma respiração, viver a vida com desapego, sem crenças, sem lutas interiores profundas e enraizadas que não são nada mais que a origem de nossa dor.

Gostaria hoje de finalizar com um recado empoderador. Com algo que os alimente a alma com profundidade. Gostaria de trazer a vocês uma experiência onde por breves segundos poderão perceber a brevidade com que a vida se manifesta.

Imaginem uma flecha ao ar em direção ao seu alvo. Imaginem que essa flecha, da saída do arqueiro ao encontro do alvo fosse toda sua vida. E nessa passagem você é capaz de retomar cada experiência, cada sabor, cada alegria ou tristeza que carregou. Ao chegar ao alvo sua vida se esvai e você está liberto a retornar à eternidade da vida, de onde na verdade nunca saíram.

Mas a vida é essa flecha, milésimos de segundos na vida do arqueiro, que nada representa em toda sua existência. O que trago a vocês, filhos, é essa alegoria, uma flecha é toda sua vida. Um sopro, um pequeno sinal de luz que se esvai num piscar de olhos.

Mas o arqueiro continua sua existência apesar da flecha, ele nasce do descolamento dos braços de seu Pai/Mãe e também finaliza sua existência retornando aos braços do mesmo colo que saiu.

Sabe, meus amados, assim é a vida, uma existência diminuta para tanto apego, tanto sofrimento, tanto querer para si e pouco doar. Porque viver para a unidade, para o amor, com liberdade e sem restrições, requer essa autolibertação de tudo que te restringe. Pois a verdadeira caridade é livre, solta, desapegada e liberta. Ela é feita do mais puro amor, que liberta e não prende. Essa é a única e possível caridade existente.

É assim que é a vida e assim deveriam senti-la. Não há necessidade de tantos medos, de tanta desconfiança, de tantos jogos e simulações, poderia ser mais simples dessa perspectiva. Pois aqueles que já sentem a vida como essa rápida passagem atingem mais facilmente sua paz, sua tranquilidade, seu bem-estar. Vivem com um sorriso no rosto, liberando tudo que está em sua vida, pois estão conscientes que é transitório, deixando ir com confiança.

Esse é o desafio, filhos, da vida na terra, viver essa passagem de imersão da consciência no ambiente planetário, que se transmuda do medo, da euforia, do apego, para a aceitação, a paz interior e a confiança maior em Deus.

Tudo, filhos, absolutamente tudo que vivenciam é planejado justamente para que desapeguem desses medos, para que numa visão superior da vida sintam essa transitoriedade, esse algo passageiro, então possam se soltar em absolutamente tudo aquilo que sentem vontade de experimentar.

E quando atingem esse estado, dessa paz, desse amor interior que transborda, naturalmente irão contar isso a todos os demais, de uma forma singela e pessoal, mas sempre através da doação, da caridade, porque aquele que não segura, que não se apega, também não sofre, não tem dor, pois ele é livre e compreende a vida como ela é, em toda sua natureza e perfeição.

Estejam em paz.

Sou Mestra Nada

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Sabedoria dos Anjos – ENTREGUE E LIBERE

(SABEDORIA DOS ANJOS, canalizada por Sharon Taphorn)

Entregue

Há uma luz no fim do túnel e assim é o momento de entregar o passado, de modo que o novo possa entrar. Você já concluiu estas coisas do passado. A pergunta a se fazer é por que está ainda se apegando e procure interiormente esta resposta. Você tem o que precisa, você tem os talentos e as habilidades, assim se pergunte: “Qual é a peça que falta para este enigma?”

Mantenha um foco e atitude positivos, independentemente, e faça coisas para ajudá-lo a permanecer nesta mentalidade. Interiorize-se em busca de respostas e saiba que elas virão a você de muitas formas. Você tem muito a ser grato e muito mais a fazer. Lembre-se de que ao cuidar de si mesmo, você é bem mais capaz de cuidar dos outros, mas você não tem que fazer isto por si mesmo e você não está sozinho, assim aprenda a permitir em sua vida.

O Mantra para hoje é: “Eu libero o passado e entrego o que já não mais me serve em todas as dimensões de tempo e espaço, o passado, o presente e o futuro.”

E assim é.

Você é muito amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji
Sharon Taphorn
http://www. playingwiththeuniverse.com/

AS DUAS FACES DE DEUS

(Mensagem de Maria, canalizada por Pamela Kribbe)

Fonte: http://jeshua.net/home/home5.htm

 Queridos e belos homens e mulheres! Estou aqui com alegria! Durante uma de minhas vidas na Terra, meu nome era Maria. Agora estou aqui com vocês em espírito, coração para coração. Vejam-me como um igual, uma amiga, uma irmã. Estou aqui entre vocês com um sentimento de felicidade e entusiasmo em meu coração, porque os vejo brilhar. Vocês estão abertos para o amor e a abundância que existem aqui, em parte como resultado da sua própria criação. Quando pessoas se encontram e compartilham seus sentimentos mais profundos, suas dores e anseios, criam uma sensação de serem aceitas e estarem unidas, combinada com uma simplicidade e franqueza, que fazem brotar o melhor em cada um. Celebremos isto juntos!

 Peço a cada um que volte ao Lar, ao seu coração, à sua própria essência, e perceba o quanto se sente relaxado e feliz em seu âmago… As coisas são muito mais simples do que você pensa. O desenvolvimento espiritual geralmente é visto como algo complicado, difícil, onde se cresce lentamente, passo a passo, como quem estivesse se esforçando para conseguir um diploma universitário para o qual é preciso dar o melhor de si, trabalhar duro e adquirir conhecimentos e habilidades. Mas a verdade é muito simples: no seu coração, você já sabe tudo, você já está lá; o lugar aonde você deseja ir já está vivo e vibrante dentro de você mesmo. Sinta a luz viva em seu corpo. Ela está aí sem nenhum julgamento sobre bem ou mal, sobre quem você pode ou não pode ser. Está silenciosamente presente aí, esperando em todas as células do seu corpo até que você a veja e se conecte com ela.

 Trabalhar com um animal interior, um animal simbólico que combine com você, funciona muito bem para ajudá-lo a recuperar a sua essência, porque o animal em si é livre, instintivo e intuitivo. É nisto que reside a verdade – não na cabeça e nos diversos conceitos que lhe são oferecidos pelas tradições da sua cultura, mas sim no seu coração. Sinta a luz viva que dança dentro de você e ao seu redor; libere suas preocupações e aproveite este momento! Existe algo muito mais vasto que o sustenta; você não precisa conhecer e entender tudo com seu eu humano. Sinta o grande fluxo de luz viva que percorre toda a natureza e você também, porque você faz parte da natureza.

Hoje estamos falando sobre o poder masculino e o feminino. A intenção destas duas energias é realizarem juntas a dança da felicidade, da alegria, do prazer e, inclusive, do êxtase. Mas o que aconteceu, ao longo da sua história, foi que elas se tornaram alienadas, de modo que homens e mulheres têm dificuldade para construir uma ponte entre si. Algumas vezes, inclusive, cada um vive em sua própria ilha, e isto fere a ambos.

 A vida foi feita para ser celebrada em entrega e espontaneidade. Imagine, por um instante, que eu o levo para o início da criação. Na verdade, nunca houve um começo, mas para facilitar o entendimento, falarei de um início. Imagine que a essência de Deus, da Criação, seja um fogo pleno de potencial, mas que ainda não exista nenhuma distinção, nenhuma diferenciação, apenas o Um. Sinta o poder intensamente concentrado desse centro ígneo. Sinta um silêncio amplo e profundo que é todo-abrangente, mas que, ao mesmo tempo, tem uma urgência, uma necessidade forte e premente de se abrir, de desabrochar, como uma flor na Primavera. Há um desejo de criar, no coração de Deus; um anseio para experimentar a variedade, a diversidade, a riqueza das possibilidades da criação.

Assim, dessa força nuclear, desse fogo da criação viva, brota uma diferenciação que dá origem aos fluxos de energia masculina e feminina, ambas nascidas do Um; as duas faces de Deus. Imagine, simbolicamente, como o primeiro homem e a primeira mulher despertam dessa Fonte de unidade. Cada um toma forma em um corpo diferente. Ainda sem familiaridade com a forma, o Um se move tanto no homem quanto na mulher.

 Imagine a surpresa e a admiração quando um vê o outro, quando a mulher e o homem olham um para o outro pela primeira vez! Por um lado, há o reconhecimento da semelhança, já que ambos se originaram dos mesmos anseios da Fonte: a vida que desejava se abrir, celebrar, experimentar… Mas há também diferenciação, o fato de eles serem diferentes um do outro; e também existe a atração entre os dois polos. Há uma admiração e um desejo de conhecer um ao outro.  

 Quando tudo é um, quando tudo está em um estado de unidade, há pouca chance de exploração, descoberta, investigação e aprendizado. Tudo isto só surge com a dualidade. A intenção original da dualidade é a alegria, a abundância, a descoberta um do outro e a diversão. A intenção e profundidade de um relacionamento entre homem e mulher é experimentar, um no outro, uma espécie de segredo e mistério, e estar sempre procurando por isto, de maneira feliz e alegre. Relembre essa sensação mais uma vez!

 Como alma, você vem diretamente do Um, você é um emissário direto, uma centelha de Deus, do fogo original, e está pleno de profunda sabedoria e da antiga lembrança do Lar, que você pensa que perdeu, mas conserva ainda. A partir desta fonte profunda do Um que você é, você escolheu um corpo masculino ou um feminino, e optou pela experiência de ser um homem ou uma mulher nesta vida. Portanto você não é o masculino nem o feminino, mas escolheu as experiências de estar vestido com um corpo masculino ou um feminino.

 Agora olhe para o seu próprio corpo, para o seu próprio sexo, masculino ou feminino. Observe-o com admiração neutra, como algo que você é mas que também não é. Você é mais do que isso, você é ilimitado em seu ser. Quando olha para sua própria feminilidade ou masculinidade desta forma, você se distancia disso e, por uns instantes, retorna ao seu lar básico, à energia da sua alma que escolheu ser uma mulher ou um homem.

Peço a você – alma velha, que já viajou tanto pelo universo – que visualize sua própria energia feminina como uma menina e tome-a pela mão. Olhe, então, para a sua energia masculina, e veja-a como um menino, um filho que lhe pertence, e estenda sua mão para ele também. Você ama essas duas crianças e segura as mãos de ambas.    

 Dê-se um tempo para permitir que esta imagem penetre em você. Honre estes dois aspectos de si mesmo. Sinta sua própria eternidade como alma e, ao mesmo tempo, respeite estas formas, de homem ou mulher, de menino e menina. Perceba com qual dos dois você tem mais facilidade de acesso, com qual deles você se conecta sem dificuldade. Observe quem está bem. As crianças estão felizes e satisfeitas, ou uma delas está se sentindo só e esquecida? Repare no tipo de roupas que eles estão usando. Elas lhes permitem movimentar-se livre e espontaneamente?

 Observe os dois, começando pela menina. Olhe diretamente em seus olhos. Se achar difícil ver uma menina em você, invente uma; visualize uma menina linda, ou poderosa, ou brincalhona, em pé à sua frente. Escolha aquela que lhe for mais fácil fantasiar, mas mantenha isso divertido e leve. Que menina você gostaria de ter consigo? Pergunte a ela: “O que posso dar-lhe para torna-la inteira e completa?” E veja que ela lhe responderá através de uma palavra ou gesto.

 Em seguida, faça o mesmo com o menino que está aí com você. Se a imagem dele não lhe vier imediatamente, crie um menino, deixando sua imaginação fluir livremente. Fite esse menino com o olhar de uma mãe sábia. Receba-o, acolha-o, pois ele é belo do jeito que é, como quer que seja. Então pergunte a essa criança, que representa sua energia masculina: “Você se sente à vontade comigo? Você se sente acolhido, bem-vindo? O que posso lhe oferecer, ou o que você precisa receber, para ser inteiro e completo?”

 Segure firme as mãos das duas crianças. Sinta que você é o mestre, um mestre poderoso, mas amável, que pode acolher os dois elementos dentro de si. Trate as crianças com reverência e respeito, e finalmente veja como elas se relacionam. Peça-lhes para segurarem as mãos uma da outra. Observe se elas conseguem enxergar uma à outra, se gostam de estar juntas, ou se existe uma certa distância ou desconfiança entre elas.

 Em tudo o que estou lhe sugerindo, peço-lhe que o faça com alegria, descontraidamente, e sem pressão. Este não é um exercício mental; a intenção é ajudá-lo a se conectar com partes de si mesmo que lhe pertencem, que o conduzem à sua essência. No passado, na sua sociedade, a energia masculina tornou-se restrita, mesquinha e unilateral; uma energia determinante, estruturadora, hostil em relação à energia fluida feminina. Houve uma falsa separação entre ambas. A energia masculina tornou-se alienada do seu centro original, dissociada da alma, do Um. Foi como se a energia masculina tivesse definhado, como se não fosse mais alimentada por uma fonte viva de luz.

 Todos vocês, tanto homens quanto mulheres, tiveram que lidar com essa herança. Neste dia, em que estamos falando da transformação da energia masculina, gostaria de pedir a cada um de vocês que observe o que esse passado fez com esse menininho em você, seu menino interior. Geralmente, toda a atenção é voltada para a energia feminina e como ela foi vitimada, como sofreu nas mãos de uma energia masculina dominadora. Mas agora, observe o que aconteceu com o seu menino interior, a energia masculina original, em sua forma pura, inocente… O que aconteceu em muitas pessoas – tanto homens quanto mulheres – foi que elas rejeitaram internamente a energia masculina em si mesmas, porque esta ficou associada ao abuso ilegítimo do poder, à manipulação e violência.

 O que ocorre internamente, em especial o que ocorre no caminho espiritual, quando seus sentimentos se abrem e se interiorizam, é que a sua energia feminina aumenta e você fica mais sensível para perceber outras energias, inclusive para captar as emoções e humores de outras pessoas. E esta sensibilidade não tem limites. Isto faz com que você oscile, porque se conecta muito facilmente com a energia dos outros. Seu coração se abre, sua energia feminina se desenvolve, mas a energia masculina ainda é imprecisa e empurrada para um canto esquecido. Ela é impedida de se manifestar devido às conotações negativas a ela associadas.

 Isto acontece também com homens sensíveis, que têm medo de mostrar sua força, sua visão, seu fogo, pois temem ser agressivos e voltar a cair na velha energia masculina. Observe isto em si mesmo, por um instante; perceba como é isto em seu interior. O menino pode realmente mostrar sua força, seu espírito aventureiro, sua visão para você?… A energia masculina original tem algo de muito criativo, pode gerar mudanças, quer criar e construir coisas, deseja fazer uma diferença. A energia masculina no seu interior é a que lhe permite atrever-se a se destacar em um grupo, ou libertar-se de uma ligação; ela lhe dá a coragem de dizer “Eu” e fazer tudo o que pode fazer através da sua conexão com sua alma, com seu coração. É isto que muitos precisam aprender a vivenciar de novo: que é possível ser grande e poderoso e, ao mesmo tempo, estar conectado com a alma.

 Peça à sua energia masculina para retornar a você através do animal que você visualizou hoje, ou através do seu menino interior, o menino que veio viver com você. Peça muito clara e explicitamente para receber esta energia em si. Esta energia masculina, que é equilibrada e pura, faz parte da sua essência; ela lhe dá o poder de realmente firmar-se como a pessoa inigualável que você é. Ninguém mais é igual a você. Faça a diferença! Foi para isto que você veio à Terra. Sinta seu poder masculino a partir de dentro, e perceba como esse seu poder é amistoso com sua força feminina. Seu poder masculino respeita o feminino; quer estar com ele, servi-lo, cooperar com ele. Assuma sua força masculina! Sinta-a fluir pela sua coluna vertebral. Endireite sua coluna e sinta essa força fluindo de cima para baixo. Sinta o poder da energia masculina em seus braços e pernas, nas suas mãos e pés. Sinta também como esse poder lhe dá espaço ao criar limites em torno da sua sensibilidade.

 Uma nova era está chegando à Terra. O início dessa era já está acontecendo e é notável. Este novo tempo precisa de você, de pessoas com um coração pulsante, conectadas ao Um e, a partir daí, capazes de usar tanto os elementos masculinos quanto os femininos que trazem dentro de si – o poder da conexão, da compreensão, da ternura, aliados ao poder de se defender sozinho, de ocupar um espaço, de discernir, de ousar dizer “não” quando preciso. É extremamente necessário que haja uma conexão entre esse poder masculino e a energia feminina.

 Sinta-se livre! Deixe sua luz brilhar! Isto é o que se pretende na sua vida. Deixe que a vida seja uma dança. Permita novamente que a dualidade seja uma fonte de alegria, curiosidade, descoberta e aventura. Você pode conseguir isto em sua própria vida sentindo o poder primordial em si mesmo.

 Obrigada pela sua atenção.

 © Pamela Kribbe

www.jeshua.net

 Tradução de Vera Corrêa  veracorrea46@gmail.com

LINHAGEM DO SANTO GRAAL – FINAL

A LINHAGEM OCULTA DE JESUS REVELADA
FINAL
Por Lawrence Gardner*

Antes da Idade Média, as histórias individuais da família do Graal eram historicamente bem conhecidas, mas quando a Igreja começou seu reinado de perseguição fanática, toda a herança Nazarena e “Desposyni” – Herdeiros do Senhor – forçosamente foram para a clandestinidade.

Nota: A palavra “Desposyni” vem do grego antigo. Significa “Do Mestre” e era reservada exclusivamente para aqueles da mesma família de Jesus – descendentes de Jesus ou dos irmãos dele, Tiago (James), Simão, José e Judas Tomé, ou de suas irmãs Maria, Joanna e Sara.

Mas por que as perseguições vingativas começaram naquele tempo? Pelos Templários terem não só retornado da Terra Santa com documentos que minaram os ensinamentos da Igreja, como também estabeleceram suas próprias igrejas cistercienses em oposição a Roma.

Estas eram, no entanto, não apenas quaisquer igrejas – foram os maiores monumentos religiosos para honrar as linhagens do mundo ocidental:  como a catedral NOTRE DAME, na França.

Apesar da sua imagem atual, essas impressionantes catedrais góticas tiveram nada a ver com a Igreja cristã estabelecida.

Elas foram financiadas e construídas pelos Templários em colaboração com seus aliados cistercienses, e elas foram dedicadas a Maria Madalena – “Notre Dame” (Nossa Senhora) – que eles chamaram de “Graal do Mundo”.

Isto, naturalmente, derrotou todos os dogmas que a Alta Igreja tinha encorajado, e os bispos retaliaram dedicando numerosas outras igrejas a Maria, a mãe de Jesus.

Mas, ao fazê-lo, eles criaram um decreto estrito para que todas as representações artísticas de Mãe Maria (a Madonna) deveriam doravante mostrar-La vestida com “apenas azul e branco” – para não lhe conceder qualquer direito de cargo eclesiástico como no sacerdócio masculino.

Maria Madalena, por outro lado, estava sendo retratada pelos maiores artistas do mundo vestindo o manto vermelho do status cardeal, o manto preto de uma Alta Sacerdotisa Nazarena ou o manto verde da fertilidade, e não havia nada que a Igreja pudesse fazer a respeito.

A única opção dos bispos era proclamar a prática pecaminosa e herege porque, ao ter previamente decidido ignorar Maria Madalena e seus herdeiros, ela estava fora de sua jurisdição.

Foi nessa época que a tradição do Graal foi denunciada como uma heresia pelo Vaticano. As profecias do século VI de Merlin foram expressamente banidas pelo Concílio Ecumênico, e a Igreja Nazarena de Jesus se tornou uma corrente clandestina, auxiliada por notáveis patrocinadores como Leonardo da Vinci e Sandro Botticelli.

Naquela época, a Igreja policiava e controlava a maior parte da literatura do domínio público e assim, para evitar a censura absoluta, a tradição do Graal tornou-se alegórica e sua mensagem foi comunicada por expressões secretas de água, escritos esotéricos, cartas de tarô e obras de arte simbólicas.

Mas por que o conhecimento do Graal e as profecias de Merlin representaram um problema tão grande para a Igreja Romana?

Porque, no contexto de seus textos venturosos, eles contaram a história da descendência da Linhagem do Graal – uma linhagem que tinha sido derrubada de sua posição dinástica pelos Bispos de Roma, que foram eleitos para reinar soberanamente por meio de uma sucessão apostólica elaborada.

Esta sucessão teria sido proferida pelo primeiro bispo, São Pedro (esta ainda é a visão promovida), mas basta consultar as próprias Constituições Apostólicas da Igreja para descobrir que isso simplesmente não é verdade.

Pedro nunca foi um bispo de Roma – nem de qualquer outro lugar para esse assunto! As Constituições do Vaticano registram que o primeiro bispo de Roma foi o príncipe Linus da Grã-Bretanha (filho de Caractacus o Pendragon), que foi instalado por São Paulo em 58 dC, durante a vida de Pedro.

Desde os anos 1100, os poderosos Cavaleiros Templários e suas catedrais representaram uma enorme ameaça à Igreja masculina, trazendo a herança de Jesus e Maria Madalena para o domínio público.

Os cardeais sabiam que toda a sua instituição desmoronaria se os descendentes messiânicos ganhassem vantagem. Eles tinham que ser esmagados – e assim a inquisição brutal foi implementada: uma perseguição hedionda de todos os que se opunham ao governo dos bispos.

Tudo começou em 1209, quando o papa Inocêncio III enviou 30.000 soldados para a região de Languedoc no sul da França.

Esta era a casa dos Cátaros (os Puros), que se diziam os Guardiões de um grande e sagrado tesouro – um misterioso segredo que poderia derrubar o Cristianismo ortodoxo.

A chamada Cruzada Albigense do Papa durou trinta e seis anos, durante os quais dezenas de milhares de inocentes foram mortos – mas o tesouro nunca foi encontrado.

Em 1231, o principal impulso da Inquisição (ou chamado Santo Ofício) foi instituído pelo Papa Gregório IX durante o massacre de Languedoc, e foi colocado contra qualquer um que apoiou a heresia do Graal.

Em 1252 a tortura das vítimas foi formalmente autorizada, juntamente com a execução por queima. A heresia era uma ótima acusação para igualar os prisioneiros, porque só a Igreja podia defini-la. As vítimas foram torturadas até que confessassem e, tendo confessado, foram executadas. Se não confessassem, então a tortura continuava até que morressem de qualquer maneira.

Uma forma registrada de tortura era espalhar gordura na vítima e, em seguida, queimá-la viva. Estas perseguições e torturas selvagens foram abertamente travadas por mais de 400 anos, sendo estendida contra judeus, muçulmanos e dissidentes protestantes.

Mas a Inquisição Católica nunca foi formalmente encerrada. Já em 1965 foi renomeada a Sagrada Congregação e seus poderes ainda estão teoricamente em vigor hoje.

Destemido na Inquisição, o movimento nazareno seguiu seu próprio curso, e a história da linhagem foi perpetuada na literatura, como o Magnificente Santo Graal e a Superior História do Santo Graal.

Esses escritos foram em grande parte patrocinados pelos tribunais do Graal da França (os tribunais de Champagne, Anjou e outros) e também pelos Templários e Desposyni. No decorrer disso, o romance Arthuriano tornou-se um veículo popular para a tradição do Graal.

Consequentemente, os Templários tornaram-se um alvo específico da Inquisição em 1307, quando os fascínoras homicidas, enviados por Papa Clemente V e Rei Filipe IV da França foram postos em sua direção.

Os exércitos papais vasculharam a Europa para encontrar os documentos e o tesouro dos Templários, mas, como a herança cátara, nada foi encontrado. No entanto, muitos Cavaleiros foram torturados e executados no processo.

Em tudo isso, no entanto, o tesouro dos Templários não foi perdido e, enquanto os emissários do Vaticano estavam procurando, o tesouro e os documentos foram trancados nos cofres da Casa do Tesouro de Paris.

Eles estavam sob a proteção dos Superiores Cavaleiros Templários – aqueles chamados Príncipes Guardiões do Segredo Real – que carregaram o tesouro uma noite em 18 galeras da frota Templária em La Rochelle.

Ao amanhecer, os navios tinham zarpado para vários destinos – principalmente Portugal e Escócia. Estes foram recebidos pelo rei Robert Bruce, que, juntamente com toda a nação escocesa, fora excomungado pelo Papa por desafiar o rei católico Eduardo de Inglaterra.

Os Templários e seu tesouro permaneceram na Escócia, e os Cavaleiros lutaram junto com Bruce em Bannockburn em 1314 para recuperar a independência da Escócia, de Plantagenet Inglaterra.

Após a Batalha de Bannockburn, Bruce e os Príncipes Guardiões fundaram a nova Ordem dos Irmãos Maiores da Rosa Cruz em 1317 – a partir da qual os Reis dos Escoceses tornaram-se Grão-Mestres hereditários, com cada Rei Stewart sucessivamente detendo o honrado título de Príncipe Saint Germain.

Mas, por que o rei Arthur, um comandante celta do século VI, era tão importante para os Cavaleiros Templários e os tribunais do Graal da Europa? Muito simplesmente, porque Arthur tinha sido único, com uma dupla herança na linha messiânica.

O Rei Arthur não era de modo algum mítico, como muitos supuseram, mas ele geralmente foi procurado nos lugares errados. Pesquisadores, equivocados pelas localizações ficcionais dos romances, procuraram em vão através das crônicas da Bretanha, País de Gales e Oeste da Inglaterra.

Mas os detalhes de Arthur são encontrados nos anais escoceses e irlandeses. Era certamente o rei maior da ilha celta e era o comandante soberano das tropas britânicas no século VI.

Arthur nasceu em 559 e morreu em batalha em 603. Sua mãe era Ygerna del Acqs, a filha da rainha Viviane de Avallon, descendente de Jesus e Maria Madalena.

Seu pai era o Alto Rei Aedàn de Dalriada (o Western Highlands da Escócia, agora chamado Argyll), e Aedàn era o Pendragon britânico (Dragão Principal ou Rei dos Reis) descendente do irmão de Jesus, Tiago (James).

É por esta razão que as histórias de Arthur e José de Arimatéia estão tão intimamente entrelaçadas nos romances do Graal. Na verdade, os registros de coroação do rei da Escócia Kenneth MacAlpin (um descendente de Aedàn o Pendragon) especificamente se referem à sua própria descendência das Rainhas dinásticas de Avallon.

O legado paterno do Rei Aedãn surgiu através da mais antiga Casa de Camelot (Corte Real de Colchester) em uma linhagem do primeiro Pendragon nomeado, o Rei Cymbeline, que é bem conhecido pelos estudantes de Shakespeare.

Até o século VI, descendentes messiânicos tinham fundado reinos Desposynic no País de Gales e através das regiões Strathclyde e Cambrian da Grã-Bretanha.

O pai de Arthur, o rei Aedàn dos escoceses, foi o primeiro monarca britânico nomeado por ordenação sacerdotal quando foi ungido por São Columba da Igreja Celta em 574.

Isto, naturalmente, enfureceu os bispos romanos porque reivindicavam o direito exclusivo de nomear reis que, de acordo com eles, deveriam ser coroados pelo Papa!

Como resultado direto desta coroação, Santo Agostinho foi eventualmente enviado de Roma para desmantelar a Igreja Celta quando St Columba morreu em 597. Ele se proclamou Arcebispo de Canterbury três anos depois, mas sua missão geral falhou e a tradição nazarena persistiu na Escócia, Irlanda, País de Gales e em todo o norte da Inglaterra.

Um fato importante a ser lembrado é que as dinastias do Graal nunca foram governadoras de territórios/terras. Como o próprio Jesus, elas foram designadas Guardiãs do Povo. Os merovíngios na Gália, por exemplo, eram reis dos franceses – nunca reis da França.

O rei Aedàn, Robert the Bruce e seus sucessores de Stewart foram Reis dos Escoceses – nunca Reis da Escócia. Foi este conceito implicitamente social que a alta igreja achou tão difícil de superar, pois os bispos preferiam ter domínio sobre reis territoriais que foram autorizados pelo papa.

Somente mantendo o supremo controle espiritual sobre os indivíduos poderia a Igreja reinar de forma suprema, e assim sempre que uma dinastia do Graal veio à tona, ela foi recebida pela ira da máquina papal.

Em 751 os bispos conseguiram destituir a sucessão merovíngia na Gália e estabeleceram uma nova tradição segundo a qual os reis da sucessão carolíngia (a de Carlos Magno) tinham de ser aprovados e coroados pelo Papa.

Mas a Igreja nunca poderia derrubar as linhagens Desposynic na Escócia, apesar de os antigos reinos celtas da Inglaterra serem desmantelados pelos anglo-saxões germânicos do século VI.

Mesmo na Idade Média – muito depois da Conquista Normanda da Inglaterra – a Igreja Nazarena e o longo culto prevalecente de Maria Madalena foram proeminentes na Europa.

Os direitos de igualdade das mulheres foram mantidos em toda a estrutura celta, e este era um problema enorme para o exclusivo sacerdócio masculino do igrejismo ortodoxo.

O princípio subjacente aos monarcas do Graal era sempre um de Serviço, de acordo com o Código Messiânico. Portanto, eles eram reis e pais coletivos/familiares de seus reinos, mas nunca foram governantes.

Este aspecto fundamental do Código do Graal foi perpetuado no próprio âmago do conto infantil e do folclore. Nunca um valente cardeal ou bispo cavalgou em auxílio de alguém oprimido ou uma donzela em perigo, pois sempre foi o domínio social dos príncipes do Graal e seus cavaleiros nomeados.

O Código do Graal reconhece o avanço pelo mérito e reconhece a estrutura da comunidade, mas acima de tudo é inteiramente democrático.

Seja compreendido em sua dimensão física ou espiritual, o Graal pertence também a líderes e seguidores. Ele também pertence à terra e ao meio ambiente, exigindo que todos estejam em um Serviço mutuamente unificado.

Ao longo dos séculos, os parlamentos e os governos tiveram tanto problema como a Igreja em confrontar o código social messiânico, e a posição não é diferente hoje.

Presidentes e primeiros-ministros são eleitos pelo povo.

Eles são supostos para representar as pessoas – mas eles o fazem? Na verdade, não.

Eles são sempre afiliados a um partido político e alcançam suas posições por meio de voto da maioria do partido. Mas nem todos se dão ao trabalho de votar e às vezes há mais de dois partidos para votar.

Consequentemente, em qualquer momento, mais da metade do povo de uma nação pode não ser representada pelo partido político no poder.

A este respeito, embora tenha sido aplicada uma votação por maioria, o princípio democrático falha. O que emerge não é “governo PELO povo PARA o Povo”, mas “governo do povo”.

Jesus enfrentou uma situação muito semelhante no século I. Naquele tempo, Jerusalém e Judéia estavam sob ocupação romana, com o rei Herodes e o governador, Pôncio Pilatos, ambos nomeados por Roma.

Mas quem representou o povo?

O povo não era romano; eram judeus da Terra Santa: fariseus, saduceus, essênios e outros semelhantes. Além disso, havia um grande número de samaritanos e gentios (não-judeus, as raças árabes).

Quem os representou?
A resposta é “ninguém” – até que Jesus cumpriu a sua missão de fazê-lo.

Este foi o começo do Código do Graal do Serviço principesco não-afiliado: um código perpetuado pelas dinastias messiânicas em seu papel continuado como guardiões das pessoas.

O Código do Graal baseia-se nos princípios da Liberdade, da Fraternidade e da Igualdade, e foi particularmente evidente nas revoluções americana e francesa, as quais descartaram o senhorio da aristocracia despótica. Mas o que o substituiu?

Ele foi substituído pela política partidária e pelo governo em grande parte não-representativo.

Muitas pessoas me perguntaram por que as informações da Linhagem do Santo Graal, até agora suprimidas, estão vindo à luz neste momento particular. O fato é que a informação nunca foi suprimida por aqueles a quem ela diz respeito.

Elas foram suprimidas por buscadores de poder que procuraram servir seus próprios interesses, ao invés de servir as comunidades que deveriam representar.

Hoje, no entanto, estamos em uma nova era de questionamento conforme muitas pessoas crescem desiludidas com os dogmas que prevalecem.

Vivemos em uma era de comunicações via satélite, viagens contra a barreira de som, computadores e Internet – o mundo é efetivamente muito menor do que antes. Em tal ambiente, as notícias viajam muito rapidamente e a verdade é muito mais difícil de conter.

Além disso, a própria estrutura da Igreja dominada pelos homens e as estruturas governamentais estão sendo questionadas, e geralmente é percebido que as antigas doutrinas de controle espiritual e gestão territorial não estão funcionando.

Mais e mais pessoas estão procurando as raízes originais e puras da sua fé e para seu Propósito na sociedade.

Elas procuram formas mais eficazes de gerência para combater o desmoronamento muito aparente, e declínio, social e moral.

Elas estão, de fato, buscando o Santo Graal.

Esta busca pela nova iluminação é consideravelmente aumentada pelo novo milênio que chega e há um sentimento generalizado de que isso também deve apresentar um novo Renascimento: uma era onde os preceitos do Código do Graal são reconhecidos e praticados – os preceitos da Liberdade, da Fraternidade e Igualdade.

De fato, a sabedoria do Graal explica em voz alta e clara que a Ferida do Rei Pescador deve primeiro ser curada se a terra inculta (o deserto da humanidade) voltar a fertilizar.

* Sir Lawrence Gardner é da Ordem da Nobre Guarda de St Germain, fundada pelo Rei James VII da Escócia em 1692. E designado o Historiador Jacobino Real, distinguido como Cavalheiro Labhràn de St. Germain, Adido Presidencial ao Conselho Europeu de Príncipes, Prior da Sagrada Igreja Celta de St Columba, Cavaleiro Templário de St. Anthony, Membro da Guarda da Casa Real de Stewart, fundada em 1692, e Adido para o Protetorado Principal do Tribunal Imperial da Hungria (1408).

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
Por Lawrence Gardner, Karenlyster.com
http://www.karenlyster.com/body_bookish1.html
Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br
Grata Vilma!

LINHAGEM DO SANTO GRAAL – Parte V

LINHAGEM DO SANTO GRAAL
A LINHAGEM OCULTA DE JESUS REVELADA
Parte IV
Por Lawrence Gardner

 

“Contrariamente aos Evangelhos, supunha-se que Maria Madalena estivera presente no evento, e concordou-se que a razão pela qual Jesus não tinha passado vinho a Maria na mesa era porque ele a vira rir! “


De acordo com os códigos do escriba interpretados dos Pergaminhos do Mar Morto, toda a ocultação dentro do Novo Testamento é configurada de antemão por alguma outra entrada que explica que a mensagem inerente é “para aqueles com ouvidos para ouvir”.

Uma vez que esses códigos e alegorias são entendidos, eles nunca variam. Como o Dr. Thiering apontou, eles significam a mesma coisa toda vez que eles são usados, e eles são usados toda vez que o mesmo significado é necessário.

Por exemplo, o Evangelho de João explica que Jesus foi chamado de “Palavra/Verbo de Deus”: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. João vai muito longe para explicar a relevância dessa definição e as entradas subsequentes dão detalhes como “o Verbo de Deus estava junto ao lago” e “a Palavra de Deus estava em Samaria”.

Mensagens que transmitem informações sobre fertilidade e vida nova estão estabelecidas na Parábola do Semeador, cuja semente “deu fruto e cresceu”.

Assim, quando se diz que “a Palavra de Deus aumentou”, aqueles “com ouvidos para ouvir” reconheceriam imediatamente que Jesus cresceu – isto é, teve um filho. Há duas dessas entradas nos Atos, e elas caem precisamente em AD 37 e AD 44.

Provavelmente o livro mais deturpado do Novo Testamento é o livro do Apocalipse de São João, o Divino – deturpado pela Igreja, ou seja, não pelo próprio livro. Este livro é bastante diferente de qualquer outro na Bíblia.

Traz terríveis implicações sobrenaturais e sua imagem direta foi corrompida pela Igreja para apresentar o texto como uma espécie de presságio ou profecia de advertência. Mas o livro não é chamado A Profecia ou O Aviso ‘; É chamado de A Revelação.

Então, o que o livro revela?

Cronologicamente, sua história segue os Atos dos Apóstolos e o livro de A Revelação é, de fato, a história contínua de Jesus, Maria Madalena e seus filhos – particularmente o filho mais velho, Jesus Justus.

Ele segue sua vida e detalhes de seu casamento, juntamente com o nascimento de seu próprio filho. Este mal interpretado livro do Novo Testamento não é um presságio ou um aviso como a temível Igreja quer que acreditemos. É precisamente o que diz ser: UMA REVELAÇÃO.

Como vimos anteriormente, sacerdotes ordenados da época eram chamados de “pescadores”; seus ajudantes eram chamados de “pescadores” e os candidatos batismais eram chamados de “peixes”. Jesus tornou-se um pescador ordenado quando entrou no Reino dos Céus, mas até esse tempo (como explicado por São Paulo) ele não exerceu nenhum cargo sacerdotal.

No rito da ordenação, os sacerdotes levitas oficiantes do Santuário davam cinco pães e dois peixes aos candidatos, mas a lei era muito firme na medida em que tais candidatos deviam ser circuncidados judeus. Os gentios e os samaritanos incircuncisos não tinham, de modo algum, esse privilégio.

Na verdade, foi esse costume particular que Jesus havia desrespeitado com a chamada Alimentação dos Cinco Mil, quando ele presumiu o direito a seu próprio ministério liberal oferecendo os pães e os peixes a uma reunião não santificada.

Além de eventualmente se tornar um pescador, Jesus também foi referido como o Cristo – uma definição grega (de Khristos) que significava o Rei.

Ao dizer o nome de Jesus Cristo, estamos realmente dizendo o Rei Jesus, e sua herança real era da Casa Real de Judá (a Casa de David), como mencionado várias vezes nos Evangelhos e nas Epístolas de São Paulo.

A partir de 33 dC, portanto, Jesus emergiu com o status dual de um Sacerdote de Cristo ou, como é mais comumente citado na tradição do Graal, um Rei Pescador.

Esta definição, como veremos, devia tornar-se o ofício hereditário e dinástico dos herdeiros de Jesus, e os Reis Pescadores que se seguiram foram primordiais na contínua Linhagem do Santo Graal.

Antes do nascimento de seu segundo filho em 44 dC, Maria Madalena foi exilada da Judéia após um levante político no qual ela estava implicada. Junto com Filipe, Lázaro e alguns retentores, ela viajou (por acordo com o rei Herodes-Agripa II) para viver na propriedade herodiana perto de Lyon, na Gália (que mais tarde se tornou a França).

Desde os tempos mais antigos, passando pela era medieval, até o grande Renascimento, a fuga de Maria foi retratada em manuscritos iluminados e grandes obras de arte igualmente.

Sua vida e trabalho na França, especialmente na Provença e na região do Languedoc, apareceu não só em obras da história europeia, mas também na liturgia da Igreja Romana – até que sua história foi suprimida pelo Vaticano.

O exílio de Maria Madalena está relacionado no livro de A Revelação, que descreve que ela estava grávida na época. Ele também conta como as autoridades romanas perseguiram Maria, seu filho e seus herdeiros:

“E ela, estando grávida, chorou e sofreu para ser libertada. E eis que um grande dragão vermelho, tendo sete cabeças e sete coroas, estava diante da mulher para devorar seu filho. E ela deu à luz um homem-filho.”

E a mulher fugiu para o deserto. E o dragão se indignou com a mulher, e foi fazer guerra perpetuamente com o remanescente da sua descendência – que têm o testemunho de Jesus Cristo.

Foi na Gália que se dizia que Maria carregava o Sangréal (o Sangue Real: o Santo Graal), e foi na Gália que a famosa linhagem de Jesus e os herdeiros descendentes imediatos de Maria, os Reis Pescadores, floresceram durante 300 anos.

• A Gália é uma região antiga na Europa que corresponde à França moderna, Bélgica, sul dos Países Baixos, sudoeste da Alemanha e norte da Itália.

O lema eterno dos Reis Pescadores era “Em Poder” (empoderado) – inspirado pelo nome de seu antepassado, Boaz (o bisavô do Rei David), cujo nome significava similarmente ‘Empoderado”.
Quando traduzido para o latim, isto se transformou em Fortis, que foi corrompido posteriormente a Anfortas, o nome chave do rei no romance do Graal.

Podemos agora retornar ao simbolismo tradicional do Graal como um cálice contendo o sangue de Jesus.

Podemos também considerar projetos gráficos que remontam muito além da Idade das Trevas, cerca de 3500 aC e, ao fazer isso, descobrimos que um cálice ou uma xícara era o símbolo mais antigo da fêmea. Sua representação era a do Vaso Sagrado – o vaso uterino: o útero.

E assim, ao fugir para a França, Maria Madalena carregou o Sangréal no cálice sagrado de seu ventre – exatamente como o livro do Apocalipse explica. E o nome deste segundo filho era José.

O símbolo tradicional equivalente do macho era uma lâmina ou um chifre, geralmente representado por uma espada ou um unicórnio. Na canção de Salomão do Antigo Testamento e nos Salmos de David, o fértil unicórnio está associado à linha real de Judá – e foi por esta razão que os cátaros de Provença usaram a besta mística para simbolizar a Linhagem do Graal.

Maria Madalena morreu na Provença em 63 dC e, nesse mesmo ano, Jose de Arimathea construiu a famosa capela em Glastonbury, na Inglaterra, como um memorial da Rainha Messiânica.

Esta foi a primeira capela cristã acima do solo no mundo, e no ano seguinte o filho de Maria, Jesus Justus, o dedicou à sua mãe. Jesus o mais novo tinha estado previamente na Inglaterra com Jose de Arimatea na idade de doze, no ANÚNCIO 49.

Foi este evento que inspirou a canção famosa Jerusalem de William Blake: “E aqueles pés na antiguidade, andam em cima das montanhas verdes da Inglaterra”.

Nota: Aqui cantada na missa póstuma para Lady Di. Aqui tem a letra dela.

Mas quem era José de Arimatéia – o homem que assumiu o controle total dos assuntos na Crucificação? E por que a mãe de Jesus, sua esposa e o resto da família aceitaram a intervenção de Jose sem questionar?

Até o ano 900, a Igreja Bizantina (que se separou da Igreja de Roma) decidiu anunciar que José de Arimatéia era o tio da mãe de Jesus, Maria.

E a partir daquele tempo, as representações de José mostram como sendo bastante idoso na Crucificação, quando Mãe Maria tinha cinquenta anos.

Antes do anúncio da Igreja, no entanto, os registros históricos de José representavam um homem muito mais jovem. Ele foi descrito ter morrido na idade de 80, em 27 de julho AD 82, e, portanto, teria 32 anos no momento da crucificação.

De fato, José de Arimatéia não era outro senão o próprio irmão de Jesus Cristo, Tiago, e seu título tinha nada a ver com um nome de lugar.

Na verdade (como Nazaré), o lugar mais tarde apelidado de Arimatéia nunca existiu naqueles tempos. Portanto, não é nenhuma surpresa que José negociou com Pilatos para colocar Jesus no túmulo de sua própria família.

O título hereditário “Arimathea” era uma corrupção inglesa do estilo greco-hebraico ha-Rama-Theo, que significa “Alteza Divina” ou “Alteza Real”, como usamos hoje.

Desde que Jesus era o herdeiro messiânico principal (o Cristo, ou Rei), então seu irmão mais novo, Tiago, era o Príncipe Herdeiro – a Alteza Divina (Real), Rama-Theo.

Na hierarquia nazarena, o Príncipe herdeiro sempre tinha o título patriarcal de “José” – assim como Jesus era um “David” titular e sua esposa era designada uma “Maria”.

No início do século 5, os descendentes de Reis Pescadores de Jesus e Maria, unidos por casamento, fez surgir uma nova dinastia reinante.

Eram os notáveis Reis Merovíngios que fundaram a monarquia francesa e introduziram o famoso emblema da França, o famoso símbolo de gladíolo da glória.

Da sucessão merovíngia, outra linhagem da família estabeleceu um reino judeu totalmente independente no sul da França: o reino da Septimania, que hoje conhecemos como Languedoc.

Além disso, os primeiros príncipes de Toulouse, Aquitaine e Provença foram todos descendentes na linhagem messiânica. Septimania foi concedida especificamente à Casa Real de David em 768, e o Príncipe Bernard de Septimania mais tarde se casou com uma filha do Imperador Carlos Magno.

Também dos Reis Pescadores veio outra importante linhagem paralela de sucessão na Gália. Enquanto os reis merovíngios continuavam a herança patri-linear de Jesus, esta outra linha perpetuava a herança matrilinear de Maria Madalena.

Eram as rainhas dinásticas de Avallon na Borgonha: a Casa do Acqs – que significa “das águas”, um estilo concedido a Maria Madalena nos primeiros dias, quando ela viajou pelo mar para a Provença.

Aqueles que estão familiarizados com a doutrina de Arthur e do Graal terão agora reconhecido o significado desta família messiânica: os Reis Pescadores, as Rainhas de Avallon e a Casa das Acqs (corrompido no romance arturiano para do Lago).

Os herdeiros descendentes de Jesus representaram uma enorme ameaça à Igreja Romana porque eram os líderes dinásticos da verdadeira Igreja Nazarena.

Em termos reais, a Igreja Romana nunca deveria ter existido, pois não passava de um movimento híbrido estrategicamente projetado, composto de várias doutrinas pagãs ligadas a uma base fundamentalmente judaico-cristã.

Jesus nasceu em 7 aC e seu aniversário foi no equivalente a 1 de março, com um aniversário real oficial em 15 de setembro para cumprir a regulamentação dinástica e o mês de Expiação.

Mas, ao estabelecer a Igreja Romana no século IV, o Imperador Constantino ignorou ambas as datas e ditou o dia 25 de dezembro como o Dia da Missa de Cristo – coincidindo com o Festival do Sol pagão com o qual seus súditos imperiais eram familiares.

Mais tarde, no Sínodo de Whitby, realizado na Inglaterra em 664, os bispos expropriaram também o festival celta da Páscoa (Eostre), a Deusa da Primavera e da Fertilidade, e uniram um significado cristão totalmente novo alinhando-o com a Ressurreição de Jesus.

Ao fazê-lo, eles realmente mudaram a data do antigo festival para cortar sua associação tradicional com a Páscoa judaica.

Assim, os dois principais festivais cristãos de hoje (Natal e Páscoa) são invenções romanas espúrias e, historicamente, não têm nada a ver com Jesus. O cristianismo, como o conhecemos, evoluiu como uma religião composta completamente diferente de qualquer outro.

Se Jesus era seu catalisador vivo, então o cristianismo devia se basear corretamente nos ensinamentos do próprio Jesus – os códigos morais e sociais de um ministério tolerante e justo, com o povo como seu usufruidor.

Mas o cristianismo ortodoxo (“igreja”) não se baseia nos ensinamentos de Jesus: centra-se nos ensinamentos dos bispos, que são inteiramente diferentes. Há uma série de razões para isso, a principal das quais é que Jesus foi deliberadamente evitado em favor dos ensinamentos alternativos de Pedro e Paulo: ensinamentos que foram denunciados pela Igreja Nazarena de Jesus e seu irmão Tiago, – ensinamentos que os nazarenos chamaram “a fé dos tolos”.

Só com a retirada de Jesus da linha de frente os papas e os cardeais poderiam ter domínio supremo. Ao instituir formalmente o cristianismo como a religião de Estado de Roma, Constantino declarou que só ele era o verdadeiro Messias Salvador – não Jesus!

Quanto aos Bispos de Roma (os Papas), eles receberam uma descendência apostólica fabricada de São Pedro, uma vez que a legítima descendência messiânica de Jesus e seus irmãos foi mantida dentro da Igreja Nazarena paralela.

A única maneira para a Igreja Romana de conter os herdeiros de Maria Madalena foi desacreditar a própria Maria e negar seu relacionamento nupcial com Jesus.

Mas e o irmão de Jesus, Tiago?
Ele também tinha herdeiros, assim como seus outros irmãos, Simão, José e Judas.

Apesar de todo o seu esforço para forjar uma nova história bíblica, a Igreja não podia escapar aos Evangelhos, que afirmam claramente que Jesus era o “filho primogênito” de Maria Santíssima, e portanto a própria maternidade de Maria também teve de ser reprimida.

Como resultado, os bispos retrataram Mãe Maria como uma virgem e Maria Madalena como uma prostituta – nenhuma dessas descrições foi mencionada em qualquer Evangelho original.

Então, apenas para cimentar a posição de Mãe Maria fora da esfera natural, sua própria mãe, Ana, eventualmente disse ter concebido sua filha por meio de concepção imaculada!

Ao longo do tempo, essas doutrinas artificiais tiveram um efeito generalizado. Mas, nos primeiros dias, foi preciso muito mais para cimentar as ideias porque as mulheres originais da missão nazarena tiveram um seguimento significativo na Igreja Celta.

Entre elas estavam Maria Madalena, Marta, Maria-Jacó Cleópás e Helena-Salomé, cada uma das quais dirigia escolas e missões sociais em todo o mundo mediterrâneo. Essas mulheres tinham sido discípulas de Jesus e amigas íntimas de sua mãe, acompanhando-a à Crucificação, conforme confirmado nos Evangelhos.

** Diante de tais registros, a única salvação da Igreja era denegrir as mulheres por completo; negar-lhes não apenas direitos ao ofício eclesiástico, mas negar-lhes o direito a qualquer status na sociedade.

Por isso, a Igreja declarou que as mulheres eram todas hereges e feiticeiras!

Nisto, os bispos foram auxiliados pelas palavras de Pedro e Paulo, e com base em seus ensinamentos a Igreja Romana foi capacitada a tornar-se completamente sexista. Em sua primeira Epístola a Timóteo, Paulo escreveu: ” Paulo escreveu: ‘Eu não permito que a mulher ensine, nem use de qualquer autoridade sobre o homem, destina-se a estar em silêncio”.

No Evangelho de Filipe, Pedro é citado como dizendo que ‘As mulheres não são dignas da vida’. Os bispos citaram as palavras de Gênesis, ou aparentemente, Deus falou a Eva sobre Adão: “Ele te dominará.”

O Padre Tertuliano da Igreja resumiu toda a atitude romana ao escrever sobre as discípulas emergentes de Maria Madalena: “Essa mulher herege! Como ousam! Elas são descaradas o suficiente para ensinar, engajar-se em argumentos, para batizar. Não é permitido a uma mulher falar na igreja, nem reivindicar uma participação em qualquer função masculina – muito menos no ofício sacerdotal”.

Então, para encerrar tudo, veio o documento mais surpreendente da Igreja Romana, a Ordem Apostólica. Isto foi compilado como uma conversa imaginária entre os apóstolos após a Última Ceia.

Contrariamente aos Evangelhos, supunha-se que Maria Madalena estivera presente no evento, e concordou-se que a razão pela qual Jesus não tinha passado vinho a Maria na mesa era porque ele a vira rir!

Com base nesse documento extraordinário e fictício, os bispos decidiram que, embora Maria pudesse ter sido uma companheira de Jesus, as mulheres não deveriam receber nenhum lugar dentro da Igreja porque não eram importantes!

Mas por que essa atitude sexista persistiu dentro da Igreja até os dias atuais? Porque Maria Madalena teve que ser desacreditada e retirada do cômputo para que seus herdeiros pudessem ser ignorados.

Não obstante o ávido movimento sexista, os herdeiros messiânicos conservaram suas posições sociais fora da Igreja romana. Eles progrediram seus próprios movimentos da Igreja Nazarena e Celta e fundaram reinos “Desposyni” (Herdeiros do Senhor). – na Grã-Bretanha e na Europa.

Eles eram uma ameaça constante para a alta igreja romana e para os monarcas e os governos empoderados por essa Igreja. Na verdade, eles eram a própria razão para a inquisição católica brutal porque sustentavam um código moral e social que era contrário à exigência da Igreja.

Isto foi especialmente evidente durante a Idade da Cavalaria, que abraçou um respeito pela feminilidade, como exemplificado pelos Cavaleiros Templários cujo juramento constitucional apoiou uma veneração da Mãe do Graal, a rainha Maria Madalena.

CONTINUA…

Nota da tradutora: Significado da “FERIDA DO REI PESCADOR” – A Ferida do Rei Pescador está presente hoje no homem moderno, que perdeu por completo o significado e o sentido da existência.
O “Rei Pescador” significa o rei das profundezas do oceano – porque a pescaria era seu único passatempo. Ele sofre de uma ferida incurável, nas pernas e na virilha, sendo incapaz de locomover-se por conta própria. Cavaleiros viajam de diversas terras para curá-lo, mas somente o Escolhido pode completar a tarefa. *A ferida que não cicatriza é uma referência à dor causada pela imperfeição de seu ser. Enquanto ferido, o seu reino sofre assim como ele, e sua impotência afeta a fertilidade da terra, tornando-a estéril. Sua Ferida só cicatrizaria quando o herói do Graal lhe fizesse a pergunta: “Para que serve o Graal?”. Assim, o encontro com o Graal torna‐se indispensável.

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Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br
Grata Vilma!

LINHAGEM DO SANTO GRAAL – Parte IV

LINHAGEM DO SANTO GRAAL
A LINHAGEM OCULTA DE JESUS REVELADA
Parte IV
Por Lawrence Gardner

 

Entretanto, para a Igreja esotérica do Graal e para os Cavaleiros Templários, Maria Madalena foi sempre considerada uma santa.

Ela ainda é venerada como tal por muitos hoje, mas o fato interessante desta santidade é que Maria é a padroeira reconhecida dos viticultores: o Guardião da Videira. Portanto, ela é a Guardiã da Sagrada Linha do Santo Graal.


Há muito nos Evangelhos que não presumimos estar lá porque nunca somos encorajados a olhar além de um nível superficial. No entanto, fomos ajudados muito neste sentido nos últimos anos pelos Pergaminhos do Mar Morto e pela extraordinária pesquisa da teóloga australiana Dra. Barbara Thiering.

Os Pergaminhos não apenas explicam os ofícios do Messias de Israel; eles contam sobre o Conselho dos doze apóstolos delegados nomeados para presidir aspectos específicos do governo e do ritual. Isso leva a uma maior consciência dos próprios apóstolos através da compreensão de seus deveres e posição da comunidade.

Sabemos agora que existem alegorias dentro dos Evangelhos: o uso de palavras que até agora foram mal compreendidas.

Sabemos que os sacerdotes batizados eram chamados de “pescadores”, assim como aqueles que os ajudavam transportando os candidatos batismais para os barcos, com os candidatos sendo chamados de “peixes”.

Os apóstolos Tiago e João foram ambos ordenados “pescadores”, mas os irmãos Pedro e André eram “pescadores” leigos, a quem Jesus prometeu estatuto ministerial, dizendo: “Eu vos farei pescadores de homens”.

Além disso, sabemos agora que havia um jargão particular da era do Evangelho, um jargão que teria sido facilmente compreendido pelos leitores da época, incorporando palavras que foram perdidas para uma interpretação posterior.

Os Evangelhos estão cheios de palavras-jargão: os “pobres”, os “leprosos”, a “multidão”, os “cegos” – mas nenhuma delas é o que hoje supomos que isso signifique. Definições como “nuvens”, “ovelhas”, “peixes”, “pães” e uma variedade de outros foram todos relacionados (assim como nossas modernas “estrelas”) para as pessoas.

Quando os Evangelhos foram escritos no século I, aconteceram em um ambiente controlado pelos romanos e seu conteúdo teve que ser disfarçado contra o escrutínio Imperial. A informação era muitas vezes política, por isso estava codificada e velada. Onde tais seções relevantes aparecem, nós as vemos muitas vezes anunciadas pelas palavras, ‘para aqueles com ouvidos para ouvir’ – para aqueles que entendem o código.

Na prática, não era diferente da informação codificada transmitida entre membros de grupos oprimidos ao longo da história, como a documentação emitida pelos judeus dos últimos dias na Alemanha nas décadas de 1930 e 1940.

Através do nosso conhecimento desta criptologia dos escribas, podemos agora determinar datas e locais com grande precisão. Podemos descobrir muitos significados ocultos nos Evangelhos, na medida em que os próprios milagres assumem um novo contexto.

Isso de forma alguma censura o fato de que Jesus poderia ter tido poderes especiais, mas os “milagres” do Evangelho não eram em si mesmos eventos sobrenaturais. Eles ganharam destaque porque, na arena política prevalecente, eles foram ações sem precedentes que com êxito violaram a lei.

Consideremos a água e o vinho em Canaã seguindo a história como é contada na Bíblia, em contraste com o seu retrato comum de púlpito. De todos os quatro Evangelhos, só João registra a festa de casamento em Canaã – um evento que encarna o dito “milagre” da transformação da água e do vinho.

Na verdade, se este era um milagre tão importante (como o ensino da Igreja promove), seria correto esperar que o relato aparecesse nos outros Evangelhos também. Contudo, no contexto desta história, os cristãos são geralmente ensinados que “ficaram sem vinho” – embora o texto bíblico não diga isso. O que diz é: “Quando quiseram vinho, a mãe de Jesus disse: Eles não têm vinho”.

Na prática, o vinho tomado em festas de noivado só estava disponível para sacerdotes e judeus celibatários, não para homens casados, noviços ou quaisquer outros que eram considerados não-santificados.

Eles foram autorizados apenas para tomar água – um ritual de purificação, como afirmado em João. Quando chegou a hora desse ritual, a mãe de Jesus (claramente não feliz com a discriminação e dirigindo a atenção de Jesus para os convidados não santificados) disse: “Eles não têm vinho”.

Ainda não tendo sido ungido para o status de Messias, Jesus respondeu: “A minha hora ainda não chegou”, quando Maria reforçou a questão, e Jesus então desobedeceu à convenção fornecendo vinho para todos.

O Governante da festa não fez qualquer comentário sobre qualquer milagre; ele simplesmente expressou seu espanto que o vinho tinha aparecido naquela fase do processo.

Muitas vezes foi sugerido que a festa em Canaã foi a cerimônia de casamento de Jesus, porque ele e sua mãe exibiram um direito de comando que não seria associado com convidados comuns.

No entanto, este evento pode ser datado para o verão de aD 30, no mês equivalente ao nosso junho moderno. Os primeiros casamentos foram sempre realizados no mês de Expiação (setembro moderno) e festas de noivado foram realizadas três meses antes disso. Nesse caso particular, descobrimos que a primeira unção marital de Jesus por Maria Madalena foi na Expiação de 30 dC, três meses depois da cerimônia de Canaã, que parece ter sido sua própria festa de noivado.

Aspectos dos Evangelhos (embora nem sempre de acordo um com o outro) podem realmente ser seguidos fora da Bíblia; mesmo o julgamento e a crucificação de Jesus são mencionados nos Anais da Roma Imperial.

Crucificação

Podemos agora determinar, a partir do levantamento cronológico, que a Crucificação ocorreu na Páscoa de março de 33 dC, enquanto a unção do segundo casamento de Betânia foi na semana anterior. Sabemos também que, naquela fase, Maria Madalena tinha que estar grávida de três meses – o que significa que ela deveria ter dado à luz em setembro de 33 dC.

Se os Evangelhos são lidos como estão escritos, Jesus aparece como uma dinastia libertadora, esforçando-se por unir o povo da região contra a opressão do Império Romano. Judeia naquele tempo era apenas como a França sob ocupação alemã na segunda guerra mundial.

As autoridades eram controladas pela força ocupacional militar e os movimentos de resistência faziam parte da vida cotidiana. Jesus era esperado, e, no final da história do Evangelho, havia se tornado um Messias ungido.

Curiosamente, nas Antiguidades dos judeus, Jesus é chamado de “homem sábio”, “professor” e “rei”, mas não há menção alguma sobre o seu ser. Enquanto os Pergaminhos do Mar Morto identificam o Messias como o comandante militar supremo de Israel, o Novo Testamento também deixa claro que os apóstolos estavam armados.

A partir do momento do recrutamento, Jesus verificou que todos eles tinham espadas e, na prisão de Jesus, Pedro empunhou sua espada contra Malco. Mesmo o próprio Jesus disse: “Eu não vim para enviar paz, mas uma espada”.

Muitos dos judeus de alto escalão em Jerusalém estavam bastante satisfeitos em manter posições de poder apoiadas por um regime militar estrangeiro. Além disso, os grupos hebreus eram sectários e não queriam compartilhar seu Deus Jeová com ninguém, certamente não com gentios impuros (árabes e outros não-judeus).

Para os fariseus e saduceus, os judeus eram o “povo escolhido” de Deus : Ele pertencia a eles; eles pertenciam a Ele. Mas havia outros judeus – em particular os nazarenos e essênios, que foram influenciados por uma doutrina ocidental mais liberal.

No caso, a missão de Jesus fracassou porque a falha sectária era insuperável – e a fenda ainda está lá hoje. A condenação de Jesus foi pelo governador romano, Pôncio Pilatos, mas Jesus havia sido condenado e excomungado antes disso pelo Conselho do Sinédrio dos anciãos judeus.

Decidiu-se, no entanto, inventar uma punição segundo a qual Jesus seria condenado formalmente por Pilatos, por liderar insurreições contra si mesmo. Conforme confirmado recentemente pelo Juiz Supremo e Procurador-Geral de Israel, era completamente ilegal para o Conselho do Sinédrio reunir-se durante a noite ou funcionar durante a Páscoa – então o momento de consumar Jesus na lei romana era perfeito.

• Quanto à morte de Jesus na cruz, é perfeitamente claro que esta foi a morte espiritual, não a morte física, como determinado pela regra de três dias que todo mundo no século I teria entendido.

• Em termos civis e legais, Jesus já estava morto quando foi colocado na cruz, antes do qual foi denunciado, flagelado e preparado para a morte por decreto (excomunhão). Durante três dias Jesus teria sido nominalmente ‘doente’, com a morte absoluta chegando no quarto dia.

• Nesse dia ele seria sepultado (enterrado vivo), mas durante os três primeiros dias ele poderia, de fato, ser ressuscitado, como Ele havia predito que seria o caso.

As ressuscitações e as ressurreições (exceto o fato de que Jesus uma vez desprezou a regra com Lázaro) só poderiam ser realizadas pelo Sumo Sacerdote ou pelo Pai da Comunidade. O Sumo Sacerdote naquela época era José Caifás (o homem mesmo que condenou Jesus), portanto a ressurreição teve que ser realizada pelo Pai patriarcal.

Há relatos de evangelhos de Jesus falando na cruz com o Pai, culminando em ‘Pai, em tuas mãos eu confio o meu espírito’, e o nomeado Pai do dia foi o apóstolo dos Magos Simon Zelotes.

Os cristãos são ensinados que a morte física de Jesus foi provada pelo sangue e pela água que fluíram quando foi perfurado pela lança, mas isso foi muito mal traduzido.

A palavra original não se traduz em ‘perfurado’; traduz-se a “picado” ou “riscado”. Isso, por sua vez, foi mal traduzido para o verbo latino “abrir”, e depois para a palavra inglesa “perfurado”. Na verdade, assim como hoje, para a ação reflexa foi coçar, cutucar ou picar a pele com um instrumento afiado.

Um cirurgião da British Medical Association declarou recentemente: “Medicamente, a saída de água é impossível de explicar. O sangue que flui de uma ferida da facada é evidência da vida, não da morte. Seria preciso uma laceração grande e aberta para que qualquer gota de sangue flua de um corpo morto porque não há ação vascular “.

No caso, é evidente que Jesus sobreviveu. Isso é explicitamente mantido em evangelhos não-canônicos e até mesmo o Corão islâmico confirma o fato em termos não incertos. Durante aquela tarde de sexta-feira, quando Jesus estava na Cruz, houve uma mudança de hora de três horas.

O tempo foi registrado então por relógios solares e por sacerdotes que marcaram as horas por uma sequência de sessões de oração.

• Em essência, havia horário diurno e horas noturnas. Hoje temos um dia de vinte e quatro horas, mas, em João, Jesus é registrado como dizendo, ‘Não há doze horas em um dia.’

• Havia, na prática, doze horas em um dia e em outras doze horas na noite – com as horas do dia que começam no nascer do sol.

De vez em quando, o início do dia mudava, como resultado do qual o começo da noite mudava. Na época da Páscoa (março moderno), o início do dia teria sido em algum lugar em torno de seis horas da manhã como sabemos.

Sabemos pelos Evangelhos que José de Arimatéia negociou com Pôncio Pilatos para que Jesus fosse removido da cruz depois de apenas algumas horas de enforcamento, mas os Evangelhos não concordam realmente com o momento preciso dos acontecimentos.

• Isto é devido à mudança de noção do tempo, quando três horas desapareceram do dia, para serem substituídas por três horas noturnas (isto é, horas de luz do dia foram substituídas por horas de escuridão).

• Os Evangelhos explicam que a terra caiu na escuridão por três horas, o que se relaciona com a nossa mudança de relógios para a economia de luz. No entanto, essas três horas foram o cerne de tudo o que se seguiu. Os lunaristas hebreus fizeram a sua mudança durante o dia, mas os solaristas (dos quais os essênios e os magos eram facções) não fizeram a sua mudança até à meia-noite.

Isso significa que, de acordo com o Evangelho de Marcos (que se refere ao tempo hebreu), Jesus foi crucificado na terceira hora, mas em João (que usa o tempo solar), ele foi crucificado na sexta hora.

Naquela noite, os hebreus começaram o seu sábado às nove horas, mas os Essênios e Sacerdotes-magos ainda tinham três horas antes do sábado. Foram essas três horas extras que lhes permitiram trabalhar com Jesus durante um período de tempo em que outros não foram autorizados a realizar qualquer atividade física.

E assim chegamos a um dos eventos mais incompreendidos na Bíblia – a Ascensão. E em consideração a isso, os nascimentos de Jesus e os três filhos de Maria Madalena tornam-se aparentes.

Sabemos por cronologia do Evangelho que a união de Jesus no segundo casamento em Betânia, com Maria Madalena, foi na semana anterior à Crucificação (na época da Páscoa de março).

Também que, nessa fase, Maria estava grávida de três meses e deveria, portanto, ter dado à luz seis meses depois. Então, o que os Evangelhos nos dizem sobre os eventos no mês de setembro de 33 DC?

Na verdade, eles não nos dizem nada, mas a história é retomada nos Atos dos Apóstolos, que detalham para esse mês o evento que conhecemos como a Ascensão. Uma coisa que os Atos não fazem, no entanto, é chamar o evento de “Ascensão”. Esta era uma etiqueta estabelecida por meio de uma doutrina da Igreja Romana mais de três séculos mais tarde.

O que o texto da Bíblia realmente diz é: “E, havendo falado estas coisas … foi levado, e uma nuvem o recebeu fora de seus olhos”. Continua, relatando que um homem de branco disse aos discípulos:
“Por que estáis olhando para o céu? Este mesmo Jesus … deve vir assim da maneira como você O viu ir ‘. Então, um pouco mais tarde nos Atos, diz que o céu deve receber Jesus até ‘o Tempo da Expiação’.

Dado que este era o mesmo mês em que o filho de Maria Madalena era para nascer, há talvez alguma conexão entre o confinamento de Maria e a chamada Ascensão? Certamente há – e a conexão é feita em virtude do dito ” Tempo da Expiação'”.

Não só havia regras para governar a cerimônia do casamento de um herdeiro messiânico, mas também havia regras para governar o próprio casamento. As regras do casamento dinástico eram bastante diferentes da norma da família judaica, e pais messiânicos eram formalmente separados no nascimento de uma criança.

Mesmo antes disso, a intimidade entre um marido e uma esposa dinásticos só era permitida em dezembro, de modo que os nascimentos de herdeiros caíssem sempre no mês de setembro – o mês da Expiação, o mês mais sagrado do calendário.

De fato, foi esta mesma regra que os próprios pais de Jesus (José e Maria) quebraram. E esta foi razão pela qual os judeus foram divididos em sua opinião sobre se Jesus era, de fato, o seu verdadeiro Messias.

Quando uma criança dinástica era concebida no momento incorreto do ano, a mãe era geralmente colocada em custódia monástica para o nascimento, a fim de evitar o constrangimento público.

Isto foi chamado de ser “guardado em segredo” e Mateus afirma claramente que, quando a gravidez de Maria foi descoberta, “José, seu marido, sendo um homem justo e não querendo fazer Dela um exemplo público, estava disposto a colocá-la em segredo” .

Nesse caso, a autorização especial para o nascimento foi concedida pelo sacerdote angelical Simeão, que naquela época tinha a distinção de Gabriel, sendo o Arcanjo encarregado.

Os Manuscritos do Mar Morto descrevem que os Arcanjos (ou principais embaixadores) eram os sacerdotes mais antigos de Qumrân, que mantinham os tradicionais títulos do Antigo Testamento de Michael, Gabriel, Raphael, Sariel, etc.

No caso de Jesus e Maria Madalena, no entanto, as regras do casamento tinham sido obedecidas à letra, e seu primeiro filho foi devidamente concebido em dezembro de 32 DC, para nascer em setembro de 33 DC.

A partir do momento de um nascimento dinástico, os pais eram fisicamente separados – por seis anos, se a criança era um menino, e por três anos se a criança era uma menina. Seu casamento só recomeçaria no “Tempo da Expiação”.

Enquanto isso, a mãe e a criança entrariam no equivalente a um convento e o pai entraria no “reino dos céus”. Este reino era realmente o Alto Monastério dos Essênios em Mird, no Mar Morto, e a cerimônia da entrada foi conduzida pelos sacerdotes angélicos sob a supervisão do líder nomeado dos Peregrinos.

No livro do Exodus do Antigo Testamento, os Peregrinos israelitas foram levados para a Terra Santa por uma Nuvem e, de acordo com esta imagem do Êxodo, o líder sacerdotal dos Peregrinos foi designado com o título de “Nuvem”.

Assim, se agora lermos os versos de Atos como eles foram destinados a ser entendidos, vemos que Jesus foi levado pela Nuvem (o Líder dos Peregrinos) para o reino dos céus (o alto mosteiro), com que o homem de branco (Um Sacerdote Angélico) disse que Jesus retornaria no momento da Expiação (quando seu casamento terreno foi restaurado).

Se olharmos agora para a Epístola de São Paulo aos Hebreus, descobrimos que ele explica o referido evento da Ascensão com algum detalhe maior.

Paulo realmente conta como Jesus foi admitido no sacerdócio do céu quando ele realmente não tinha direito a um ofício tão sagrado. Ele explica que Jesus nasceu (por meio de seu pai Joseph) na linha davídica de Judá – uma linha que tinha o direito de realeza, mas não tinha direito ao sacerdócio, pois essa era a prerrogativa exclusiva da linha de Arão e Levi.

No entanto, diz Paulo, uma dispensa especial foi concedida, e que “para o sacerdócio ser mudado, houve necessidade de uma mudança também da lei”. Como resultado dessa mudança expressa da lei, explica-se que Jesus foi habilitado a entrar no reino dos céus na Ordem Sacerdotal de Melquisedeque.

Em setembro de 33 DC, portanto, nasceu o primeiro filho de Jesus e Maria Madalena, e Jesus entrou devidamente no reino dos céus. Não há nenhuma referência a esta criança que é um filho (como há para os dois nascimentos subsequentes) e, dado que Jesus retornou três anos mais tarde (no ANÚNCIO 36), nós sabemos que Maria deve ter tido uma filha nesta ocasião.

Seguindo a cronologia em Atos, vemos que em setembro de 37 um segundo filho nasceu, seguido por outro em 44 d.C. O período entre o primeiro destes dois nascimentos para a segunda Expiação em 43 AD foi de seis anos, o que demontra que a criança nascida em 37 AD era um filho. Este fato também é transmitido pelo uso de encriptação enigmática – a mesma formulação enigmática proporcionada a criança de AD 44 – por isso sabemos que este terceiro filho também era um filho.

CONTINUA…

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Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br
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